As Bruxas do Clã Mistérios, Jóias e Magias...e outras pessoas...contarão suas historinhas!!!!

É um espaço mágico, para quem tiver interesse em ler algumas historinhas sobre Astrologia, Tarologia, Psicologia e outras Magias que fazem bem à alma!!!!!

Magia da vida!!!!



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Todos os Santos...

Sempre me perguntam os dias de tais Santos...
Então procurei esta tabela...
Mais facil de lembrar
Salve Salve
Todos os Santos!!!!




CALENDÁRIO DOS DIAS SANTOS


01/01 Maria Santíssima Mãe de Deus

06/01 Reis Magos

08/01 Batismo do Senhor

20/01 São Sebastião

21/01 Santa Inês

22/01 São Vicente

27/01 Santa Ângela de Mérici

31/01 São João Bosco

02/02 N. Sra. dos Navegantes

N. Sra. das Candeias

Iemanjá

03/02 São Brás

09/02 Santa Apolônia Dentistas

10/02 Santa Escolástica

11/02 N. Sra. de Lourdes

16/02 N. Sra. do Desterro

18/02 Santa Bernadete

10/03 São Domingos Sávio

19/03 São José

25/03 Anunciação de N. Senhora

26/03 São Dimas

27/03 São Lázaro

31/03 São Benedito

02/04 São Francisco de Paula

19/04 Santo Expedito

20/04 em 2003 PÁSCOA

23/04 São Jorge

25/04 São Marcos

27/04 Santa Zita

30/04 Divino Espírito Santo

01/05 São José Operário

03/05 São Tiago

04/05 São Pelegrino

08/05 São Vitor

12/05 São Pancrácio

13/05 N. Sra. de Fátima

14/05 São Matias

22/05 Santa Rita

24/5 Santa Sara

N. Sra. Auxiliadora

26/05 N. Sra. do Caravágio

30/05 Santa Joana D'Arc

09/06 Padre Anchieta

13/06 Santo Antônio

15/06 São Vito

22/06 Sagrado Coração de Jesus

23/06 Imaculado Coração de Maria

24/06 São João Batista

25/06 Menino Jesus de Praga

27/06 N. Sra. do Perpétuo Socorro

29/06 São Pedro e São Paulo

03/07 São Tomé Arquitetos

04/07 Santa Isabel

06/07 Santa Maria Goretti

09/07 N. Sra. Mediugórie ou N. Sra. Rainha da Paz

11/07 São Bento

12/07 N. Sra dos Campos

13/07 N. Sra. da Rosa Mística

14/07 São Camilo de Lélis

16/07 N. Sra. do Carmo

22/07 Santa Madalena

25/07 São Cristóvão Motoristas

26/07 Santa Ana

São Joaquim

29/07 Santa Marta

31/07 São Inácio de Loyola

04/08 São João Maria Vianei

05/08 N. Sra. das Neves

06/08 Bom Jesus

07/08 São Caetano

10/08 São Lourenço

11/08 Santa Clara

12/08 N. Sra. das Cabeças

15/08 N. Sra. da Glória

16/08 São Roque

18/08 Santa Helena

22/08 N. Sra. Rainha da Paz

23/08 Santa Rosa de Lima

24/08 São Bartolomeu

27/08 Santa Mônica

28/08 Santo Agostinho

31/08 São Raimundo Nonato

08/09 N. Sra. da Penha

08/09 Natividade de Nossa Senhora

15/09 N. Sra. das Dores

16/09 São Cipriano

21/09 São Mateus

21/09 Santa Efigênia

27/09 São Cosme e Damião

27/09 São Vicente de Paulo

29/09 São Miguel

29/09 São Gabriel

29/09 Santos Arcanjos

30/09 São Jerônimo

01/10 Santa Terezinha ( Tereza do menino Jesus )

02/10 Anjo da Guarda

04/10 São Francisco de Assis

05/10 São Benedito

07/10 N. Sra. do Rosário

10/10 N. Sra. de Nazareth

12/10 N. Sra. Aparecida

15/10 Santa Tereza

16/10 Santa Edwirges Endividados

18/10 São Lucas Médicos

28/10 São Judas Causas Impossíveis

30/10 São Geraldo

01/11 Dia de Todos os Santos

02/11 São Lázaro

02/11 Finados

05/11 Santa Isabel

19/11 Santos Roque Gonzalez e companheiros

22/11 Santa Cecília

24/11 Cristo Rei

26/11 Santa Catarina

27/11 N. Sra. das Graças

30/11 Santo André ( apóstolo )

03/12 São Francisco Xavier

04/12 Santa Bárbara

08/12 Imaculada Conceição

08/12 Iemanjá

12/12 N. Sra. de Guadalupe

13/12 Santa Luzia

25/12 Natividade de Jesus

26/12 Santo Estevão

27/12 Festa da Sagrada Família

31/12 São Silvestre

Amor, meu grande Amor!!!!

Recebi por e-mail, entrei no site e já achava lindo o trabalho da Lucinha, mãe de Cazuza...
Então deixo para conhecerem...
Sociedade Viva Cazuza!!!!!
E beijo para o meu Amor, meu grande Amor que tá aqui, rindo de mim, vendo o jogo do Figueira!!!!
Saudações Avaianas!!!!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Astrólogo...



O Astrólogo
Machado de Assis

Nunca houve talvez nesta boa cidade quem melhor empunhasse a vara de almotacé que o ativo e sagaz Custódio Marques, morador defronte da sacristia da Sé durante o curto vice-reinado do conde de Azambuja. Era homem de seus quarenta e cinco anos, cheio de corpo e de alma — a julgar pela atenção e fervor com que desempenhava o cargo, imposto pela vereança da terra e pelas leis do Estado. Os mercadores não tinham mais figadal inimigo do que esse olho da autoridade pública. As ruas não conheciam maior vigilante. Assim como uns nascem pastores e outros príncipes, Custódio Marques nascera almotacé; era a sua vocação e apostolado.


Infelizmente, como todo o excesso é vicioso, Custódio Marques, ou por natureza, ou por hábito, transpôs a fronteira de suas atribuições, e passou do exame das medidas ao das vidas alheias, e tanto curava de pesos como de costumes. Dentro de poucos meses, tornou-se o maior indagador e sabedor do que se passava nas casas particulares com tanta exação e individuação, que, uma sua comadre, assídua devota do Rosário, apesar da fama longamente adquirida, teve de lhe ceder a primazia.

— Mas, senhor compadre — dizia ela trespassando no alvo seio volumoso o seu lenço de algodão do tear de José Luís, à Rua da Vala; não, senhor compadre, justiça, justiça. Eu tinha presunção de me não escapar nada ou pouca coisa; mas confesso que você é muito mais fino do que eu.

— E ainda não sei tudo o que queria, comadre Engrácia, replicou ele com modéstia; há, por exemplo, uma coisa que me quebra a cabeça há quinze dias. Pois olhe que não tenho perdido tempo!

— O que é, compadre? — disse ela piscando-lhe os olhos de curiosidade e impaciência. Não é certamente o namoro do sargento-mor Fagundes com a irmã daquele mercador da Rua da Quitanda…

— Isso é coisa velha e revelha, respondeu Custódio levantando os ombros com desdém. Se até o irmão da sujeita já deu pela coisa, e mandou dizer ao Fagundes que fosse cuidar dos filhos, se não queria apanhar uma sova de pau. Afinal, são lérias do mercador. Quem não sabe que a irmã vivia, ainda há pouco tempo… Cala-te, boca!

— Diga, compadre!

— Nada, não digo. É quase meio-dia, e o feijão lá está à minha espera.

A razão dada pelo almotacé tinha só de verdadeira a coincidência cronológica. Era exato estar próxima a hora do jantar. Mas o verdadeiro motivo de interromper a conversa, que se passava à porta da casa da sra. Engrácia foi ter visto o nosso almotacé, ao longe, a esbelta figura do juiz de fora. Custódio Marques despediu-se da comadre e seguiu no encalço do juiz. Logo que se achou a umas oito braças dele, afrouxou o passo a assumiu o ar distraído que até então ninguém pudera imitar. Olhava para o chão, para o interior das lojas, para trás, para todos os lados, menos para a pessoa que era objeto da espionagem e contudo não a perdia de vista, não lhe escapava um único movimento.

O juiz, entretanto, dirigia-se pela Rua da Mãe dos Homens abaixo até à Rua Direita, que era onde morava. Custódio Marques viu-o entrar em casa e retrocedeu para a rua.

— Diabo! dizia ele consigo. Naturalmente, vinha de lá… se é que lá vai de dia… Mas onde?… Ficará para outra vez.

O almotacé seguiu a passo rápido para casa, não sem parar alguns minutos nas esquinas, a varrer a rua transversal com o seu par de olhos de lince. Ali chegando, achou efetivamente o jantar na mesa, um jantar corretamente nacional, puro dos deliciosos galicismos que nos trouxe a civilização.

Vieram para a mesa D. Esperança, filha do almotacé, e D. Joana da Purificação, sua irmã, a quem, por morte da mulher de Custódio Marques, coube a honra de reger a casa. Esperança possuía os mais belos olhos negros da cidade. Haveria cabelos mais lindos, boca mais graciosa, tez mais pura. Olhos, não; nesse particular, podia Esperança medir-se com os mais afamados da colônia. Eram pretos, grandes, rasgados; sobretudo tinham um certo jeito de despedir as setas, capaz de deitar abaixo o mais destro guerreiro. A tia, que a amava em extremo, trazia-a muito abençoada e coberta de mimos; servia-lhe de mãe, camareira e mestra; levava-a às igrejas e procissões, a todas as festas, quando porventura o irmão, por motivo do cargo oficial ou do cargo oficioso, não as podia acompanhar.

Esperança beijou a mão do pai, que a contemplou com olhos cheios de ternura e projetos. Eram estes casá-la, e casá-la nada menos que com um sobrinho do juiz de fora, homem da nobreza da terra, e noivo muito ambicionado de solteiras e viúvas. O almotacé não alcançara [1] até então enredar o moço nas graças da filha; mas forcejava por isso. Uma coisa o tranqüilizava: é que de suas pesquisas não colhera notícia de nenhuma pretensão amorosa da parte do rapaz. Era já muito não ter adversários que combater.

Esperança, entretanto, fazia cálculos muito diferentes, e tratava igualmente de os pôr em execução. Seu coração, ao passo que se não rendia à nobreza do sobrinho do juiz, sentia notável inclinação para o filho do boticário José Mendes — o jovem Gervásio Mendes, com quem se carteava e palestrava à noite, à janela, quando o pai andava em suas indagações por fora, e a tia jogava a bisca com o sacristão da Sé. Esse namoro de uns quatro meses não tinha ares de ceder aos planos de Custódio Marques.

Abençoada a filha, e comido o jantar, foi Custódio Marques cochilar a sesta durante meia hora. A tarde gastou-a ao gamão, na botica vizinha, cujo dono, mais insigne naquele jogo que no preparo das drogas, estatelava igualmente os parceiros e os fregueses. A diferença entre os dois é que para o boticário o gamão era um fim, e para o almotacé um meio. Os dedos corriam e o almotacé ia misturando os remoques próprios do jogo com mil perguntas, ora claras, ora disfarçadas, acerca das coisas que lhe convinha saber; o boticário não hesitava em lhe dar conta das novidades.

Naquela tarde não havia nenhuma. Em compensação, havia um pedido.

— Você, sr. Custódio, é que me podia fazer um grande favor, disse o boticário.

— Qual?

— Aquele negócio dos chãos da Lagoa. Sabe que o senado da Câmara embirra em os tomar para si, quando é positivo que pertencem a meu filho José. Se o juiz de fora quisesse, podia fazer muito neste negócio; e você que é tão íntimo dele…

— Homem, amigo sou, disse Custódio Marques lisonjeado com as palavras do boticário; mas seu filho, deixe-me que lhe diga… sei tudo.

— Tudo o quê?

— Ora! Sei que quando o conde da Cunha tinha de organizar os terços de infantaria auxiliar, seu filho José, não alcançando a nomeação de oficial que desejava, e vendo-se ameaçado de ser alistado na tropa, foi lançar-se aos pés daquela mulher espanhola, que morou na Rua dos Ourives… Pois deveras não sabe?

— Diga, diga sr. Custódio.

 Lançou-se-lhe aos pés para lhe pedir proteção. A sujeita namorou-se dele; e, não lhe digo nada, foi ela quem lhe emprestou o dinheiro com que ele comprou um privilégio da redenção dos cativos, mediante o qual seu filho livrou-se da farda.

— Que peralta! A mim disse-me ele que o cônego Vargas..

— Isto, sr. José Mendes, foi muito malvisto pelos poucos que o souberam. Um deles é o juiz de fora, que é homem severo, apesar…

Custódio Marques engoliu o resto da frase, concluiu-a por outro modo, e saiu prometendo que, em todo caso, iria falar ao juiz. Efetivamente ao anoitecer lá estava em casa deste. O juiz de fora tratava o almotacé com particular distinção. Era ele o melhor remédio das suas melancolias, o mais serviçal sujeito para tudo quanto fosse de seu agrado. Logo que ele entrou, disse-lhe o dono da casa:

— Ora, venha cá, sr. espião, porque me andou você hoje a acompanhar um longo pedaço de tempo?

Custódio Marques empalideceu; mas foi rápida a impressão.

— O que havia de ser? disse ele sorrindo. Aquilo… aquilo que eu lhe disse uma vez, há dias..

— Há dias?

— Sim, senhor. Ando a ver se descubro uma coisa. V. S., que sempre gostou tanto de moças, é impossível que não tenha por aí alguma aventura…

— Deveras? perguntou rindo o juiz de fora.

— Há de haver alguma coisa; e eu hei de descobri-la. V. S. sabe se eu tenho faro para tais empresas. Só se me jurar que…

— Não juro, que não é caso disso; mas posso tirar-te o trabalho da pesquisa. Vivo com recato, como todos sabem; tenho deveres de família…

— Qual! tudo isso é nada quando um rosto bonito… que ele há de ser bonito por força; nem V. S. é pessoa que se deixe aí levar por qualquer figura… Eu verei o que há. Olhe, o que eu posso afiançar é que o que descobrir cá vai comigo para a sepultura. Nunca fui homem de dar com a língua nos dentes.

O juiz de fora riu muito, e Custódio Marques passou daquele assunto para o do filho do boticário, mais por descargo de consciência que por verdadeiro interesse. Contudo, é força confessar que a vaidade de mostrar ao vizinho José Mendes que ele podia influir alguma coisa, sempre lhe afiou a língua um pouco mais do que queria. A conversa foi interrompida por um oficial que trazia ao juiz de fora um recado do conde de Azambuja. O magistrado leu a cartinha do vice-rei e empalideceu um pouco. Não escapou esta circunstância ao almotacé, cuja atenção encarapitou-se toda nos seus olhinhos vivos e perspicazes, enquanto o juiz dizia ao oficial que não tardaria em obedecer às ordens de S. Excia.

— Alguma importunação, naturalmente, disse Custódio Marques com ar de quem queria ser discreto. São as obrigações do cargo; ninguém foge a elas. V. S. precisa de mim?

— Não, sr. Custódio.

— Se precisa, não tenha cerimônia. Bem sabe que eu nunca estou melhor do que ao seu serviço. Se quiser um recado qualquer…

— Um recado? repetiu o magistrado como quem efetivamente precisava de mandar algum.

— O que quiser; fale V. S., que há de ser logo obedecido.

O juiz de fora refletiu um instante, e recusou. O almotacé não teve outro remédio senão deixar a companhia de seu amigo e protetor. Eram nove horas dadas. O juiz de fora preparou-se para acudir ao chamado do vice-rei; dois escravos, com lanternas, o precederam na rua, enquanto Custódio Marques volvia para casa, sem lanterna, apesar das instâncias do magistrado para que aceitasse uma.

A lanterna era um obstáculo para o funcionário municipal. Se a iluminação pública, que só começou no vice-reinado do conde de Resende, fosse naquele tempo sujeita ao voto do povo, pode-se afirmar que o almotacé lhe seria contrário. A escuridão era uma das vantagens de Custódio Marques. Ele a aproveitava em escutar às portas ou surpreender as entrevistas dos namorados às janelas. Naquela noite, porém, mais que tudo o preocupava o chamado do vice-rei e a impressão que ele fez ao juiz de fora. Que seria? Custódio Marques ia cogitando nisso e pouco no resto da cidade. Ainda assim, pôde ouvir alguma coisa da conspiração de vários devotos do Rosário, em casa do barbeiro Matos, para derribar a atual mesa da Irmandade, e viu sair cinco ou seis indivíduos da casa de D. Emerenciana, à Rua da Quitanda, onde ele já havia descoberto que se jogava todas as noites. Um deles, pela fala, pareceu-lhe que era o filho de José Mendes.

— Nisso é que se ocupa aquele peralta! dizia ele consigo.

Mas enganava-se o almotacé. Justamente à hora em que da casa de D. Emerenciana saíam os tais sujeitos, despedia-se Gervásio Mendes da formosa Esperança, com que conversava à janela, desde às sete horas e meia. Gervásio queria prolongar a conversa, mas a filha do almotacé pediu-lhe instantemente que fosse, visto ser hora de voltar o pai. Além disso, a tia de Esperança, irritada com cinco ou seis capotes que lhe dera o sacristão, jurava pelas bentas setas do mártir padroeiro nunca mais pegar em cartas. Verdade é que o sacristão, filósofo e prático, baralhava as cartas com exemplar modéstia, e vencia o despeito de D. Joana, à força de lhe dizer que a fortuna anda e desanda, e que a partida seguinte bem lhe podia ser adversa. D. Joana entre as cartas e as setas escolheu o que lhe parecia ser menos mortífero.

Gervásio cedeu também às rogativas de Esperança.

— Sobretudo, dizia esta, não fiques zangado com papai por ele haver dito…

— Oh! se tu souberes o que foi! interrompeu o filho do boticário. Foi uma calúnia, mas tão torpe que não te posso repetir. Estou certo de que o sr. Custódio Marques não a inventou; repetiu-a somente e fez mal. E foi por culpa dele que meu pai me ameaçou hoje com uma sova de pau. Pau, a mim! E por causa do sr. Custódio Marques!

— Mas ele não te quer mal…

— Eu sei lá!

— Não quer, não, insistiu a moça com meiguice.

— Pode ser que não; mas com os projetos que tem a teu respeito, se vier a saber que tu gostas de mim… E daí pode ser que tu mesma cedas e cases com o…

— Eu! Nunca! Antes meter-me freira.

— Juras?

— Gervásio!

Estalou um beijo que fez levantar a cabeça à tia Joana, e o sacristão explicou dizendo que lhe parecia o chiar de um grilo. O grilo arrancou-se, enfim, à companhia da gentil Esperança, e tinha já tempo de estar acomodado na sua alcova, quando Custódio Marques chegou à casa. Achou tudo em paz. D. Joana levantava a banca do jogo, o sacristão despedia-se, Esperança recolhera-se ao seu quarto. O almotacé encomendou-se aos santos de sua devoção, e dormiu na paz do Senhor.

A palidez do juiz de fora não saiu, talvez, da cabeça do leitor; e, tanto como o almotacé, está ele curioso de saber a causa do fenômeno. A carta do vice-rei dizia respeito a negócio do Estado. Era lacônica; mas terminava com uma frase mortal para o magistrado: “Pode ser que o serviço de Sua Majestade exija de V. S. uma jornada de algumas semanas. Venha ter comigo imediatamente.” Se o juiz de fora fosse obrigado ao serviço extraordinário de que lhe falava o conde de Azambuja, interrompia-se um romance, começado cerca de dois meses antes, em que era protagonista uma interessante viuvinha de vinte e seis estios. Esta viuvinha era da província de Minas Gerais; descera da terra natal para entregar em mão do vice-rei uns papéis que queria submeter a Sua Majestade, e ficou presa nas maneiras obsequiosas do juiz de fora.

Alugou casa perto do convento da Ajuda, e ali estava morando, a título de ver a Capital. O romance assumiu proporções grandes, complicou-se o enredo, avultaram as descrições e as peripécias, e a obra ameaçava estender-se a muitos volumes. Nestas circunstâncias exigir do magistrado que se alongasse da Capital algumas semanas, era exigir o mais difícil e aspérrimo. Imagine-se com que alma saiu dali o magistrado.

Qual fosse o negócio de Estado que obrigou aquele chamado noturno, não sei eu, nem importa sabê-lo. O essencial é que durante três dias ninguém arrancou um sorriso aos lábios do magistrado, e que no terceiro dia volveu-lhe a alegria mais espontânea e viva, que até ali tivera. Adivinha-se que a necessidade da jornada desapareceu e que o romance não ficava truncado.

O almotacé foi dos primeiros que viram esta mudança. Preocupado com a tristeza do juiz de fora, não menos o ficou ao vê-lo novamente satisfeito.

— Não sei qual foi o motivo da tristeza de V. S., disse ele, mas espero mostrar-lhe quanto me alegro com vê-lo tornado às suas usuais venturas.

Efetivamente, o almotacé tinha dito à filha que era necessário dar um mimo qualquer, de suas mãos, ao juiz de fora, com quem, se a fortuna a ajudasse, viria a ser aparentada. Custódio Marques não viu o golpe que a filha recebeu com esta palavra; exigia o cargo municipal que ele fosse dali a serviço, e foi, deixando a alma da menina doente de maior aflição.

Entretanto, a alegria do juiz de fora era tal, e tão agudo se ia tornando o romance, que já o feliz magistrado observava menos as costumadas cautelas. Um dia, cerca das seis horas da tarde, passando o almotacé pela Rua da Ajuda, viu sair de uma casa, de nobre aparência, a venturosa figura do magistrado. Sua atenção encrespou as orelhas; e os olhos perspicazes faiscaram de contentamento. Haveria ali um fio? Logo que viu longe o juiz de fora, aproximou-se da casa, como farejando; dali foi à loja mais próxima, onde soube que na dita casa morava a interessante viúva mineira. A eleição de vereador ou um presente de quatrocentos africanos, não o contentaria mais.

— Tenho o fio! dizia ele consigo. Resta-me ir ao fundo do labirinto.

Daí em diante, não houve assunto que distraísse o espírito investigador do almotacé. De dia e de noite, vigiava a casa da Rua da Ajuda, com pertinácia e dissimulação raras; e tão feliz foi que, no fim de cinco dias, tinha certeza de tudo. Auxiliou-o nisso a indiscrição de alguns escravos. Uma vez sabedor da aventura, deu-se pressa em correr à casa do juiz de fora.

— Ainda agora aparece! exclamou este logo que o viu entrar.

— V. S. fez-me a honra de mandar chamar?

— Há meia hora que andam dois emissários em sua procura.

— Eu estava em serviço de V. S.

— Como?

— Não lhe dizia eu que havia de descobrir alguma coisa? perguntou o almotacé piscando os olhos.

— Alguma coisa!

— Sim, aquilo… V. S. sabe a que me refiro… Meteu-se-me em cabeça que V. S. não podia escapar-me.

— Não compreendo.

— Não compreende V. S. outra coisa, disse Custódio Marques deliciando-se com o repassar do ferro na curiosidade do protetor.

— Mas, sr. Custódio, trata-se…

— Trate-se do que se tratar; declaro a V. S. que sou de segredo, e por isso nada direi a ninguém. Que havia de haver algum bico d’obra, era verdade; andei à espreita, e afinal descobri a moça… a moça da Rua da Ajuda.

— Sim?

— É verdade. Fiz a descoberta há dias; mas não vim logo porque queria certificar-me bem. Agora, posso dizer-lhe que… sim, senhor… aprovo. É muito bonita.

— Andou então na investigação dos meus passos?

— V. S. compreende que não há outra intenção…

— Pois, sr. Custódio Marques, mandei-o chamar por toda a parte, visto que há cerca de três quartos de hora tive notícia de que sua filha fugiu de casa…

O almotacé deu um pulo; seus dois olhinhos cresceram desmesuradamente; a boca, aberta, não ousava proferir uma só palavra.

— Fugiu de casa, continuou o magistrado, segundo notícia que tenho, e creio que…

— Mas com quem? com quem? para onde? articulou enfim o almotacé.

— Fugiu com o Gervásio Mendes. Vão na direção da Lagoa da Sentinela…

— Sr. dr…. peço-lhe perdão, mas, bem sabe… bem sabe…

— Vá, vá…

Custódio Marques não atinava com o chapéu. Deu-lho o juiz de fora.

— Corra…

— Olhe a bengala!

O almotacé recebeu a bengala.

— Obrigado! Quem tal diria! Ah! nunca pensei… que minha filha, e aquele peralta… Deixe-os comigo…

— Não perca tempo.

— Vou… vou.

— Mas, olhe cá, antes de ir. Um astrólogo contemplava os astros, com tamanha atenção, que caiu num poço. Uma velha da Trácia vendo-o cair, soltou esta exclamação: “Se ele não via o que lhe estava aos pés, para que havia de investigar o que lá fica tão em cima!”

O almotacé compreenderia o apólogo, se pudesse ouvi-lo. Mas não ouviu nada. Desceu as escadas a quatro e quatro bufando como um touro.

Il court encore

Jeannie é um Gênio...



Lembram????
Eu adorava assistir...

Bruxa Preta

A Feiticeira...



Olha que bonitinho...
Lembram????

Bruxa Preta

Congresso de Psicologia...

No ano de Mercúrio...
Expansão da mente, das ideias, evolução dos pensamentos!!!!
Estou nessa...





I Congresso Catarinense Psicologia: Ciência e Profissão
Entidades profissionais e acadêmicas do estado preparam
o maior encontro da Psicologia Catarinense


Inscreva-se no site: www.crpsc.org.br/cienciaeprofissao

O Fórum de Entidades da Psicologia Catarinense (FEPSIC) e o Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) realizarão, nos dias 19, 20 e 21 de maio, em Florianópolis, o I Congresso Catarinense Psicologia: Ciência e Profissão.

O FEPSIC, que é formado por 17 entidades da Psicologia, tem como objetivo organizar as instituições catarinenses em torno de finalidades comuns que fortaleçam a Psicologia em Santa Catarina, dando visibilidade à diversidade existente. Diante deste objetivo surgiu a ideia de realização do evento. De acordo com Rosane Lorena Granzotto, integrante da coordenação do Congresso, o mesmo tem como tema ‘Psicologia hoje: desafios e possibilidades’, “o que garante a amplitude dos debates, abordando assuntos contemporâneos e focando áreas emergentes na Psicologia”.


Os 10 eixos temáticos do I Congresso Catarinense Psicologia: Ciência e Profissão mostram tanto a amplitude quanto a importância dos debates, sendo: Psicologia e Saúde; Psicologia e Clínica; Psicologia, Organizações e Trabalho; Psicologia e Educação; Psicologia e Assistência Social; Psicologia e Justiça; Psicologia, Organizações Comunitárias e Movimentos Sociais; Psicologia das Emergências e Desastres; Psicologia e Esporte; Psicologia, Trânsito e Mobilidade Urbana.

Para a coordenadora do Curso de Graduação em Psicologia da UFSC e também integrante da coordenação do evento, Daniela Ribeiro Schneider, será uma grande mostra do que se trabalha, produz e pesquisa em Santa Catarina. A Universidade Federal sediará o evento, no Centro de Cultura e Eventos; e a expectativa é reunir o maior número possível de profissionais, estudantes e pesquisadores da área. “Queremos ir além, abrindo o Congresso para a intersetorialidade e trazendo profissionais da Saúde, do Direito e da Assistência Social, que trabalham em interface com a Psicologia”, acrescenta.
Tornar o evento acessível também foi uma preocupação dos realizadores. As inscrições têm diferentes valores para estudantes e profissionais, com descontos para inscrições antecipadas. Veja a tabela:

15/01/2011 a 31/03/201101/04/2011 a 30/04/2011

A coordenação destacou ainda, que esta não será apenas uma oportunidade para os profissionais ouvirem experiência, mas também de participarem diretamente, apresentando o seu fazer profissional e/ou acadêmico. Para isso, a apresentação de trabalhos, por parte dos inscritos, poderá ser nas modalidades de comunicação oral, painel, oficina e minicurso.

O CRP-12, integrante do FEPSIC, está apoiando a iniciativa e participa da coordenação do Congresso. De acordo com a Presidente do CRP-12, Marilene Wittitz, esta vai ser uma oportunidade de aproximação e interlocução das diversas áreas da Psicologia, constituindo-se como o maior encontro da Psicologia Catarinense e, portanto, um marco na história desta ciência e profissão em nosso Estado.

Para conhecer a programação, inscrever-se e submeter seu trabalho, acesse o site www.crpsc.org.br/cienciaeprofissao. Seja mais um a somar para a valorização e divulgação da Psicologia catarinense!


Confira outras notícias, eventos e publicações no site www.crpsc.org.br

“Psicologia e compromisso com a promoção de direitos: um projeto ético-político para a profissão”



CRP: Conselho Regional de Psicologia 12ª Região
Rua Prof. Bayer Filho 110 - Coqueiros - Florianópolis - CEP 88080-300
fone/fax (48) 3244-4826

Projeto Semear SC...

Em ano regido por Mercúrio...
Vamos prestigiar e astrologizar!!!!!
"O retrato da mente humana em 2011"...
Semeando Astrologia pelo Brasil!!!!
Estou nessa....






Acontece no dia 12 de fevereiro de 2011, sábado, o encontro do PROJETO SEMEAR na cidade de Florianópolis, SC.

O Projeto Semear é uma iniciativa da CNA e tem, por objetivo, realizar o intercâmbio de conhecimento entre astrólogos. A ideia é apresentar pesquisas que já tenham sido iniciadas por astrólogos de nossa associação, elegendo uma para ser apresentada numa Regional diferente daquela em que o autor vive.

Clarissa de Franco (Regional SP) foi escolhida, dentre tantos trabalhos enviados, para apresentar seu trabalho “Astrologia nas Universidades: Reflexões e Debates”. Os outros trabalhos também foram muito interessantes, mas infelizmente tivemos que ater nossa escolha a um, por conta das limitações financeiras envolvidas.


Segue abaixo a programação completa do Projeto Semear, no dia 12 de fevereiro:

12 de fevereiro de 2011
Espaço Cultural Sol da Terra
Avenida Afonso Delambert Neto 885 – Lagoa da Conceição – Florianópolis.

Programação:
14h00 – apresentações e considerações iniciais
14h30 – apresentação: Clarissa de Franco, em “Astrologia e Universidades: Reflexões e Debates”.
16h30 – intervalo
17h00 – apresentação do diretor técnico da CNA, Alexey Dodsworth: “A Astrologia de Julius Firmicus Maternus, no século III da Era Cristã”
18h00 – apresentação da coordenadora da Regional Santa Catarina, Lydia Vainer: “O Retrato da Mente Humana em 2011″.

 




A entrada do evento foi estabelecida em 30 reais para não-sócios e 15 reais para associados CNA.

Projeto Semear
Semeando Astrologia pelo Brasil
uma iniciativa da Central Nacional de Astrologia


Mente Aberta...Novos conhecimentos!!!

No ano de Mercúrio...NUTRIR A MENTE!!!!
Com novos cursos, ideias, conhecimentos, experiências!!!!!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Encontro da Lunação...


Encontro de Lunação




Dia 09 de fevereiro as 19:00

Facilitadora Daniela Rossi

Investimento:30,00

Maiores informações: danirossi@msn.com

Local: Clinica Relluz de terapias integradas
Rua Arno Hoeschel, 279, sala 04/Centro
F: 3024 6478
http://www.clinicarelluz.com.br/

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Banho de Mar...

Tomar um banho de mar...no Moçamba...é para poucos...
Privilégio dos Deuses...limpeza energética!!!!
Foi tudo de bom neste domingo de paz e amor!!!!
Sal grosso na veia, limpeza da alma...
Começar uma ótima semana!!!!

Que assim seja...

Oxalá....




Os benefícios da praia


O mar lava corpo e alma, descarrega energias negativas, revigora o mais desvitalizado dos mortais.

Um dia na praia sem um banho de mar é como namoro sem beijo ou macarrão sem queijo. O mar lava corpo e alma, descarrega energias negativas, revigora o mais desvitalizado dos mortais.

Mais vantagens? A quebra das ondas no corpo funciona como uma hidromassagem natural, pois estimula a circulação sangüínea e os vasos linfáticos. Alguns especialistas afirmam que, além de aliviar tensões e relaxar, melhora problemas como celulite e flacidez.

Mesmo um banho de mar sem onda pode trazer benefícios. Além do simples relaxamento que a flutuação produz, o sal marinho é conhecido por suas propriedades desintoxicantes, e as micropartículas das algas marinhas encontradas na água revitalizam a pele -que fica mais bonita- por sua ação hidratante.

Para quem não está sozinha na praia, é possível fazer uma adaptação do watsu, uma terapia aquática que proporciona relaxamento profundo. Ainda que a água não esteja na temperatura recomendada (em torno de 35ºC), a simples massagem que o líquido garante já vale a intenção. Enquanto um dos pares flutua, o "terapeuta" segura o "paciente" pelos braços e vai movimentando seu corpo lentamente, massageando pontos de tensão.

Respire profundo

Sentada com as pernas cruzadas e a coluna ereta, inspire, enchendo bem os pulmões. Sinta o ar preenchendo a parte inferior, depois o centro e, por fim, a parte superior. Aos poucos, bem devagar, solte o ar. O ideal é fazer isso dez vezes, entre pequenas pausas.

Os benefícios do ar marinho são conhecidos pela medicina desde Hipócrates (da Grécia Antiga, pai da medicina). Alguns médicos o comparam a um "rinosoro natural", já que tanto a água do mar quanto o medicamento possuem cloreto de sódio, que descongestiona o nariz, facilitando a passagem do ar. Portanto, algumas horas na praia são suficientes para respirar melhor. Mas o que especialistas propõem é a respiração profunda, que tem o poder de relaxar corpo e mente, com enormes ganhos para a saúde porque esse tipo libera menos adrenalina, relaxa a musculatura do corpo e do rosto e drena mais oxigênio para as células.

Tudo isso faz com que a pele fique mais lisa e bonita, e o organismo revitalizado. Diante do mar, de uma paisagem linda e relaxante, as vantagens do exercício aumentam.

(Uol Saúde)


Seres Iluminados...

Hoje...15 dias sem meu Pai Bruxo...
Um grande ser iluminado...
Adorei o texto...
Filha de peixe, peixinha é...hehehhehehe
Saudade...do ser mais iluminado do Planeta!!!!!
Muita Luz...Nur...Nur...Nur....

Oxalá...

Bruxa Preta





Seres iluminados


 Não há guru, manual de auto-ajuda ou conselho de amigo que torne uma pessoa especial. Num mundo de padrões, comportamentos copiados e atitudes mecanicamente cronometradas para garantir a imagem, ser autêntico, mostrar a verdadeira essência (e fazer a diferença) é dádiva para poucos. E, felizmente, há pessoas que parecem verdadeiros “seres iluminados”. São aqueles que estão sempre de bem com a vida (mesmo que tenham problemas), sorriem para todos, não se colocam acima do bem ou do mal, e irradiam uma energia inexplicável, que faz com que todos queiram sua presença. Teríamos mais seres assim à nossa volta não fosse o comportamento doentio que muitos adotam diante dos obstáculos naturais da vida. Quantos seres iluminados há por aí presos em seu egoísmo, seus caprichos e em sua arrogância? Um dos caminhos seria observar melhor as pessoas à nossa volta, detectar quem são os seres iluminados e aprender com eles. Com certeza o resultado será positivo. Há muitas explicações para a conduta das “pessoas iluminadas”. Tudo conta: a educação, as experiências, a vontade constante de aprimoramento, a visão humanística do caos em que vivemos, e, principalmente, o grau de espiritualidade.

Não é regra, mas os seres iluminados geralmente são muito ligados à espiritualidade. Parecem ter um conexão com o divino, o que lhes permite passar por cima dos rumores do cotidiano em função de uma ordem maior. Na linha espiritualista, a médica Marlene Nobre, presidente da Associação Médico-Espírita (AME-Brasil), explica que a personalidade, aquilo que temos de mais característico, pertence à alma. “O alto-astral, o bom humor, a visão positiva daquilo que cerca a pessoa iluminada é conquista do seu espírito imortal ao longo de milênios de evolução. Percorrendo milhares de existências sucessivas, o espírito vai se depurando e cometendo menos erros em relação à Lei de Deus que é, sobretudo, amor”, diz. Para os espíritas, pessoas positivas são almas que não trazem complexos de culpa de outras vidas e por isso estão em vias de realizar um progresso espiritual maior. Mesmo quem acredita neste raciocínio não deve esquecer que a aura iluminada pode ser uma conquista. “Todos estamos aqui para desenvolver sentimentos nobres e inteligência superior. Quanto mais ampliarmos o amor a Deus, a fé em seus desígnios, e a caridade em nossos sentimentos e atos, mais alegres e iluminados seremos”, comenta Marlene.


Identifique os iluminados:

:: Eles irradiam leveza
:: Levam alegria aos diversos ambientes que freqüentam
:: Contagiam as pessoas ao redor, com novas formas de enxergar a vida
:: Estimulam os outros a buscar soluções, evitando só enxergar os problemas
:: São mais criativos, buscamsoluções inovadoras
:: Quando há problemas seu foco está em encontrar quais os benefícios que esses problemas trouxeram
:: Acreditam que todos os fatos, sejam bons ou não, trazem aprendizados importantes
:: Não se lamuriam, conseguem perceber que lamentações não levam a lugar nenhum.
:: Geralmente são pessoas que torcem pelos outros, que querem vê-los bem


Deixe-se contagiar
É saudável se deixar contagiar pelas pessoas iluminadas. Mais importante ainda é procurar seguir seus bons exemplos.
Para viver na luz é preciso cultivar a humildade. Os iluminados não devem agir pensando em ensinar aos outros, mas sim de modo a serem coerentes consigo no cultivo e na conquista da paz. “Como sabemos, a paz é um caminho árduo que se conquista não somente através do de bons pensamentos e palavras, mas sobretudo por atos bondosos na vida cotidiana”, completa a médica.



Dr. Eliana Barbosa
São José do Rio Preto, 12 de Março de 2006


Cuidados com a alimentação!!!

Céu da Semana...

O que os astros prometem para esta semana...
Por Amanda Costa...
Que assim seja....
Agora vai!!!!!!!!!




Céu da Semana
6/2/2011 - 12/2/2011


Além das aparências, vida acontecendo mesmo onde nada se mostra ou se anuncia. Como as fases da Lua, apenas faces dela e do tempo, que também é aparência. Parecia que ela não estava lá, e agora se expõe em Crescente (dia 11), risonha e matreira, como se nada houvesse ocultado. Tudo muda, ela é espelho que se expande, prenhe de canções, silêncio que se enche de sons, escrevendo as mensagens de Sol. No céu de tanto verão, tudo se dilata. O elemento Ar ocupa a cena em signos coletivos: trocas e interações se intensificam, o espaço se amplia com pensamentos plurais. Promovendo a associação da inventividade com o espírito prático, o elemento Terra dá forma à intenção. No giro dos ciclos, ventos que vêm do pulmão encontram os ventos de fora e geram outros ventos, abrindo as areias do tempo, desenhando a história e sua trajetória espiral.




Configurações Astrais da Semana


6/2/2011 a 12/2/2011

Sol: Aquário 16º a 23º

Mercúrio: Aquário 3º a 13°

Vênus: Capricórnio 2º a 9°

Marte: Aquário 16º a 21º

Júpiter: Áries 2º a 4º

Saturno: Libra 17º a 16° - Retrógrado

Urano: Peixes 28º

Netuno: Aquário 27º a 28°

Plutão: Capricórnio 6º

Lua: somar 1h p/ hor.verão

Áries 6 fev às 19h45min

Touro 9 fev às 8h22min

Gêmeos 11 fev às 19h19min




Horóscopo Semanal


Áries
de 20/03 a 20/04
Ui! Quente, fervendo? Bem como você gosta, então. Arianos não são mesmo chegados no morno, sem sal... Canja de galinha não é cardápio pra você, que combina com ardidas pimentas. Momento caliente, sentimentos e ações vão muito além. Prato cheio pra quem não fica no basicão. Sirva-se!

Touro
de 21/04 a 20/05
A tal pessoa deveria estar nos seus braços? Apesar disso ser totalmente claro para você, talvez a criatura não tenha a menor noção. O que você vai fazer a respeito, tourinho? Sim, sim, você pensou milhões de coisas, montou cenários, cuidou da iluminação, mas... O que está faltando?

Gêmeos
de 21/05 a 20/06
De que adianta guardar todas essas ideias geniais, conhecimentos e diplomas? Sua bagagem cultural vai ficando mais leve na medida em que a utiliza para a realização de suas metas e planos. Gosta de voar leve e solto, né? Não deixe que o excesso de pensamentos limite seus movimentos.


Câncer
de 21/06 a 21/07
Agora vai! Você vem se preparando há tanto tempo e fazendo tudo direitinho, não tem como não dar certo. Hã? É, ainda há trabalho pela frente, tem que carregar mais alguns baldinhos de areia para construir seu castelo, mas o sabor da realização o embalará. Sinta o ritmo...


Leão
de 22/07 a 22/08
Ué, cadê aquela alegria de viver tipicamente leonina?! Ah, você está cheio de enroscos pra resolver. Talvez seja o momento ideal para focalizar sua atenção e se aprofundar em certas coisas que não estava levando muito a sério e empurrando com a barriga, disfarçando aqui, ignorando ali...

Virgem
de 23/08 a 22/09
Ampliar os horizontes, reconhecer-se e expressar-se em variadas linguagens. Muitas são as suas possibilidades, deixe a criatividade acontecer. A diversificação não comprometerá a qualidade; pelo contrário, somente somará pontos, dando uma visão mais completa. Experimente-se.

Libra
de 23/09 a 22/10
Vai dizer que mesmo que você tenha acabado de chegar de algum lugar, não está pronto pra pôr roupas limpas na mala e se mandar? Se não dá pra pegar o próximo avião, a fantasia é passaporte para mais altos voos. Librianos sempre têm ideias interessantes pra ocupar seu tempo e de mais alguém.

Escorpião
de 23/10 a 21/11
O seu incrível magnetismo segue a pleno. Pois é, ao mesmo tempo em que encanta as pessoas, também as intriga, não é? Não demore tanto a se soltar, travado pela desconfiança & outras pirações, tem gente querendo lhe conhecer, se aproximar e se entregar… Vai deixar que se vão?

Sagitário
de 22/11 a 21/12
O pessoal está saudoso de você. Ah, não percebeu? Ou você está precisando de óculos novos, ou suas crinas estão muito longas, centaurinho... As coisas estão boas pro seu lado, os sinais estão verdes e aquele sorriso lindo é pra você, sim. Em grandes e pequenas áreas, compareça e dê o seu alô.

Capricórnio
de 22/12 a 21/01
Escute as mensagens que vêm de todos os cantos de sua mente. Ok, amigo caprica, talvez você ande pensando muitas bobagens, mas alguma delas deve valer a pena ouvir. Que tal seguir seus impulsos? Se o ar está cheio de energia, por que não respirar bem fundo? Abrace a vida, agora!


Aquário
de 21/01 a 18/02
Você queria ter escolhido o caminho e os meios para chegar lá, mas desta vez a vida chegou antes e lhe surpreendeu, arrebatando a mente e os sentimentos. Não é bem assim? Claro, você sempre tem outra versão. Que pena, parecia que agora você se renderia ao fluxo, que se entregaria...

Peixes
de 19/02 a 19/03
Estão aceitando sua proposta, facilitando as condições: está em você cumprir a profecia, sair da promessa e criar realidade. Já estava acostumado a lhe dizerem não? Não há tempo para hesitações, para ficar questionando capacidade e tal. Há coisas que só a prática pode ensinar.


 


Você é o limite!




quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Novo Ano Chinês...

Feliz 2011 a todos...regido pelo ligeiro Coelho!!!!!!!!!!
Que seja de muita prosperidade e abundância!!!!!!!!!!!!
Que assim seja....
Bruxa Preta!!!!




2011...Ano do Coelho!!!!!!!!!!!!!


Em 3 de fevereiro de 2011 comemora-se o Ano Novo Chinês, marcando o término do ano do Tigre e início do ano do Coelho.

Seja comendo a grama de um exuberante tapete verde, morando em uma montanha ou quando é tratado como animal de estimação, sempre há um ar de felicidade na aparência de um coelho. Pouca coisa parece incomodá-lo e ele simplesmente segue sua vida de maneira calma e pacífica. E, embora muitas coisas possam acontecer no Ano do Coelho, ele pode tocar a vida de todos nós de modo positivo e inspirador. Esse é um período que favorece a família e o crescimento pessoal, assim como a celebração de grandes acontecimentos.

No mundo político, os Anos do Coelho são de diplomacia e negociação. Em 2011, tendo em vista as tensões e as guerras em curso, muitos líderes mundiais vão estudar meios de se progredir, explorar alternativas e tentar chegar a um consenso. Durante o ano, serão fechados alguns acordos cuidadosamente negociados, que não só vão trazer paz a certas regiões problemáticas, como também ajudar a reduzir as emissões de carbono, desmantelar armas e lidar com os problemas econômicos do mundo. Neste ano, veremos uma série de conferências de cúpula e, consequentemente, o fortalecimento dos laços entre os países e os líderes mundiais.

Economicamente, muitos países terão um crescimento lento, mas estável. Para ajudar, muitos governos oferecerão ajuda financeira para incentivar o investimento e promover o crescimento, assim como para reduzir o desemprego. Além disso, depois das lições da crise bancária, controles mais rígidos serão instituídos e a política de mais de um governo ou órgão de fiscalização será de incentivo cauteloso. Haverá oportunidades de ganhos em muitas bolsas de valores no mundo inteiro, com algumas altas extraordinárias. No entanto, elas podem ser seguidas de correções igualmente fortes e os investidores não poderão se dar ao luxo de baixar a guarda ao decorrer do ano.

O Ano do Coelho provavelmente também será marcado por avanços importantes na medicina, não só no tratamento e até mesmo na cura definitiva de certas doenças, como também em matéria de prevenção e diagnóstico precoce.

Outra característica do Ano do Coelho é que ele favorece significativamente a cultura, e alguns artistas vão ultrapassar limites e criar obras realmente extraordinárias.

Neste ano, também estaremos intensamente voltados à educação. Os governos estarão ansiosos para distribuir bolsas e incentivos para quem estiver disposto a seguir sua vocação ou aprofundar sua educação.

Como a ênfase do ano será no desenvolvimento pessoal, muitas pessoas vão passar a pensar mais em seu estilo de vida. Seja se preocupando mais com o próprio bem-estar, seja se interessando por coisas novas, ou se matriculando num curso ou programa de estudos, vão descobrir que o Ano do Coelho favorece o crescimento pessoal e as oportunidades estarão à sua mão. Mas elas precisam ser agarradas.

O Ano do Coelho também favorece os valores familiares e muita gente vai dar um jeito de passar mais horas agradáveis com as pessoas que amam.

Ficam favorecidos os valores familiares, e muita gente vai dar um jeito de passar mais horas agradáveis com as pessoas que amam.

O Ano do Coelho, com um todo, será muito intenso e interessante. Muita coisa vai acontecer no palco do mundo e, mesmo que haja perigos, tensões e momentos trágicos, também haverá motivo para esperança. É um ano para debates, diplomacia e, o que é mais importante, voltado ao crescimento pessoal.

Curtir o Ano do Coelho é uma questão de aproveitar as oportunidades que aparecerem, principalmente tirando mais de si mesmo e de suas forças pessoais. Embora alguns signos possam ter mais sucesso que outros, o Ano do Coelho será promissor e muito encorajador. Utilize-o bem.


(Neil Somerville)