As Bruxas do Clã Mistérios, Jóias e Magias...e outras pessoas...contarão suas historinhas!!!!

É um espaço mágico, para quem tiver interesse em ler algumas historinhas sobre Astrologia, Tarologia, Psicologia e outras Magias que fazem bem à alma!!!!!

Magia da vida!!!!



segunda-feira, 7 de março de 2011

Que venha Mabon...

Que venha Mabon...
A segunda colheita...
O começar de um novo momento....de mudanças!!!
Momento de colher o que viemos plantando!!!
Que venha o novo em nossas vidas...
E astrologiacamente...Urano entrando em Áries...
Muitas mudanças e tranformações!!!!
Oxalá....





Mabon (Equinócio de Outono)


(Escrito por Luazul em March 7th, 2009)
Mabon é o festival wiccan realizado para a celebração do equinócio de outono. Pronúncia do nome Mabon: “mêi-bon”. Ele é o segundo sabá das colheitas.

O equinócio de outono ocorre por volta de 21 de março no hemisfério sul. No hemisfério norte, é celebrado por volta de 21 ou 22 de setembro (as datas dos equinócios e solstícios variam de ano para ano).
Esses dias são pontos de equilíbrio, onde dia e noite se igualam. No entanto, enquanto o equinócio de primavera é um período de equilíbrio para preparar-se para a ação, o equinócio de outono é um período de equilíbrio para preparar-se para o repouso, que vem no inverno.

Lughnasadh (Lammas) marca a coleta efetiva da safra de cereais, mas em seu aspecto sacrificial. O equinócio de outono marca a conclusão da colheita e a ação de graças pela abundância, com ênfase em um futuro retorno desta. É um período de recolhimento e agradecimentos por tudo o que tivemos. Montamos uma mesa farta, repleta de alimentos e compartilhamos com todas as pessoas que amamos.

É época de agradecer também aos nossos ancestrais pelo sangue que corre em nossas veias, pelas características genéticas que deles herdamos e pelas dádivas que eles nos deixaram e nos transformaram naquilo que somos hoje. Reflita sobre as alegrias de sua vida, a liberdade e a maravilha da humanidade como um todo e abençoe todos ao seu redor que colaboram para a sua vida ser da maneira como é hoje.

O que é essencial, em cada sabá, é você saber observar a Natureza, ver suas mudanças, entender seus ciclos e o momento que está vivendo. Por mais que você celebre “segundo a roda do Hemisfério Sul”, não se esqueça do que está sendo celebrado no resto do mundo. Somos todos irmãos da Arte.


Correspondências do sabbat de outono

As correspondências são sempre simbólicas e pessoais. No entanto, é bastante interessante você observar as mais variadas correspondências, pois sempre aproveitamos algo para nós mesmos. Apresentamos aqui uma correspondência padrão, que não é fixa, de forma alguma.

Outros nomes para este sabbat
Equinócio de Outono, Alban Elfed, Colheita do Vinho, Cornucópia, Segunda Colheita, Dia de Ação de Graças das Bruxas.

Cores
Marrom, verde, amarelo, vermelho.



Divindades
Relacionadas ao vinho e às colheitas, mas especialmente os mitos de Mabon/Modron e Perséfone/Deméter.


Plantas e ervas
Alecrim, calêndula, sálvia, noz, folhas e cascas, visco, açafrão, camomila, folhas de amêndoa, frankincenso, rosa, agridoce, girassol, trigo, folhas de carvalho, maçã seca, sementes de maçã.

Pedras
Âmbar, quartzo translúcido, olho-de-tigre, citrino.


Toalha do altar
Laranja ou cor de vinho.

Velas
Marrons, cor de vinho ou roxas.

Incensos
Hibisco, mirra, rosa e sálvia (ou misture todos).

Outros apetrechos decorativos
Ramos de ervas secas, girassóis, folhas secas, batatas, bagas e espigas de milho.

Comidas e bebidas
Abóboras, grãos no geral, pães, bolos, raízes de todos os tipos, batatas, nozes, sidra com canela, vinho.

Atividades tradicionais
- Elaborar uma cornucópia para prosperidade
- Fazer bonecas mágicas de maçã
- Andar pelos campos
- Fazer grinaldas e oferecer à Natureza como agradecimento
- Fazer vassouras mágicas
- Fazer amuletos
- Confeccionar uma Rainha da Colheita
- Fazer uma oferenda aos deuses com frutas e folhas
- Encher uma cesta com cones de pinheiros, folhas secas coloridas, trigo, bolotas de carvalho e ramos de pinheiro e deixar na sua porta de entrada para atrair boa sorte
- Colocar espigas de milho na sua porta de entrada







domingo, 6 de março de 2011

Ser Bruxa é...





Ser Bruxa é...

...em primeiro lugar, ser mulher; dispor de qualidades femininas concretas ou sutis. Ser bruxa é ter uma auto-estima preservada, sempre em alta, a ponto de ser uma pessoa determinada, independente e, consequentemente, que não se abala facilmente.

Ser bruxa é ter consciência de que a natureza é sua amiga e que tudo de que você precisa você possui, basta saber onde e como encontrar. Ser bruxa é defender o que é divino, estar conectada com o que é belo e com o que transmite paz e felicidade.

Bruxa é sinônimo de “deusa”. Muitos preferem denominá-las assim, porque soa mais bonito aos ouvidos, já que os autores de histórias infantis criaram bruxas perversas e “feias” e ser bruxa não tem, absolutamente, nada a ver com religião.

Na verdade, as bruxas são mulheres belas, independentes, detentoras de um potencial incrível de conquista ou influência. Existem muitas mulheres que são bruxas e não sabem, mas, caso descubram, elas perceberão um potencial gigantesco dentro delas, capaz de surpreender não só os que estão ao seu redor, mas principalmente, elas próprias.

São raras as bruxas casadas, porque elas sabem distinguir o homem “bom” do “ruim”. Elas sabem o que querem e sabem escolher! Elas sabem que sua felicidade, suas conquistas e seu bem-estar devem estar sempre em primeiro lugar, logicamente, que sem invadir o espaço do outro, sempre com muito respeito. Um dos motivos que leva a maioria das bruxas a serem solteiras, é o fato de ser uma mulher repleta de domínios sobre si mesma e a independência causa medo em muitos homens, por isso, os que conseguem conquistá-las são raros.

Não é que não existem bruxos, mas existem homens que se adéquam a situação feminina da mesma forma que essas mulheres bruxas foram capazes de fazer: elas adquiriram qualidades consideradas masculinas – independência, confiança em si mesmas, entre outras – portanto, homens que queiram conquistá-las, devem se “equilibrar”, buscando um pouco de feminilidade, ou seja, cordialidade, uma boa dose de romantismo, respeito, entre tantos outros. A resposta para o sucesso de um relacionamento com bruxas é o equilíbrio do feminino com o masculino ou o Yin Yang; como queiram chamar.

Ser bruxa não é uma qualidade inata da mulher, da mesma forma que não é qualquer uma que atinge esse patamar. Para ser bruxa, é preciso evoluir. A pessoa sabe que é uma bruxa quando passa a enxergar a vida de uma maneira diferente como se fosse um estalo. Ela sofre, chora, derrama baldes de água por causa de um homem, até que entende que ser livre é ser autora da própria vida, sem depender de nada nem ninguém, e que ela pode ser a personagem principal de sua própria história, sem depender de conteúdos externos. Ela é ela mesma em todos os momentos. E, quando a partir do sofrimento, ela se redescobre como pessoa independente e, principalmente, valiosa; ela se transforma em uma verdadeira bruxa, capaz de despertar corações para o bem, para o amor e iluminar muitas mentes. Esse é o feitiço das bruxas: influenciar todos ao seu redor para o bem e para a paz interior.

Claro que o fato de a verdadeira bruxa só fazer o bem com as descobertas individuais, não significa que elas devem ignorar a existência de outras que utilizam rituais voltados para a maldade. Mas, nem preciso dizer que a maldade não existe, tudo depende da perspectiva em que se vê. Se querem utilizar sua sabedoria para coisas negativas, só surtirá efeito em quem se deixar atingir, ou seja, em quem estiver com a auto-estima baixa e com o coração repleto de rancores, dentre outros sentimentos desse teor; além, é claro, de ela mesma ser a primeira a beber do próprio “veneno”.

As verdadeiras bruxas utilizam seus feitiços, exclusivamente, para o bem, pois são detentoras de uma sabedoria ímpar, embora reconheçam suas imperfeições.

Agora, vai uma dica a todas as bruxas, como eu: da próxima vez que alguém te chamar de “Bruxa!”, independente do tom, solte um “Obrigada!”, porque, certamente, a pessoa ficará sem entender

(Michelly Ribeiro)



Todas as Mulheres são Bruxas...

Salvem todas as Mulheres, Bruxas, Mães, Guerreiras e poderosas!!!
Deixo o prefácio do Livro de Isabel Vasconcellos..."Todas as Mulheres são Bruxas"...
Todas as Mulheres deverão ler...
Todas as Bruxas deverão ter...





Todas as Mulheres são Bruxas



Por Isabel Vasconcellos

Bruxas, aquelas mulheres velhas, feias, narigudas, vestidas de preto, nariz pontudo, verruga, caldeirão e vassoura, só existem nas lendas e nas histórias infantis.

A imagem clássica da bruxa nasceu da repressão à sabedoria e ao poder das nossas antepassadas, há coisa de quase mil anos. Bruxas nunca existiram. Existiram, sim, milhares e milhares de sábias que foram queimadas nas fogueiras da Inquisição da Igreja Católica por cerca de seis séculos.

Quando os católicos começaram a dominar a Europa, na Idade Média, era preciso enquadrar as mulheres no modelo feminino deles. E a maioria não se enquadrava. As mulheres celtas, em particular. Eram elas as médicas de então. Eram elas as grandes conciliadoras, as mediadoras de conflitos. Sabiam lidar com as ervas. Sabiam ler os ciclos e as mensagens da natureza. Sabiam dominar e interpretar sonhos e a sua própria intuição. Conheciam a linguagem das plantas e dos caldeirões, dos chás, temperos, remédios, poções. Eram sábias, à sua maneira. E podiam dialogar com as estrelas.

Toda a tradição desses conhecimentos ( na verdade, banais) foi vista pela Igreja como algo demoníaco, como algo que não se enquadrava no machismo da religião católica, na mentalidade dominadora dos homens que pretendiam governar os povos, o mundo.

Homens são da guerra. São o sol. São do poder pela força, pela dominação dos mais fracos, pela intolerância cega de quem se julga possuidor das verdades. Homens são lineares: para frente e para o alto, derrubando o que estiver no caminho! Possuindo, dominando, com a força da testosterona e o brilho ofuscante da luz solar.

Mulheres são cíclicas como a lua. Mulheres são da paz, da conciliação, do amor materno, da tolerância, da compreensão. Mulheres têm fases: quinze dias de estrogênicas, brilhantes, sedutoras. Outros quinze, progesterônicas, maternais, recolhidas, acolhedoras. Mulheres são sinuosas: em vez de derrubar e destruir os obstáculos, contorná-los, dribá-los e seguir em frente, com a suavidade do luar.

Mulheres são mães, por isso a natureza deu-lhes uma coisa a qual chamamos de sexto sentido: nossa feroz, nossa imbatível e muito pouco falível (quase infalível) intuição.

Mulheres sábias, em nome da repressão dos antigos católicos, foram rotuladas de bruxas, feiticeiras, demoníacas. Foram queimadas nas fogueiras da Inquisição por mais se seiscentos anos.

Muito da tradição, da sabedoria, da bondade, do domínio da intuição, muito, muito mesmo do conhecimento feminino se perdeu, espalhou-se no ar, nas cinzas das fogueiras da matança.

Nas sociedades de então, as mulheres foram perdendo o poder. Foram se calando. Ficaram submissas. Suas qualidades de mulher foram reduzidas aos rótulos de sensibilidade exacerbada, fragilidade, dependência, raciocínio inferior. E, finalmente, elas se tornaram cidadãs de segunda classe, confinadas ao universo do lar, sem papel social maior do que a maternidade.

Foi apenas no final do século XVIII que algumas mulheres começaram a se rebelar quanto à sua condição social.

Cem anos depois, as européias e as americanas começaram a se organizar para lutar em prol dos seus direitos de cidadania. Queriam estudar, votar, opinar. Queriam voltar a ter voz no mundo.

Surgiram as sufragistas, as feministas e surgiram, na segunda metade do século XX, as primeiras mulheres livres na nossa sociedade.

Se hoje aprendemos a ler e a escrever, se hoje podemos votar, trabalhar, exercer nosso direito ao prazer e à contracepção, se hoje podemos ter nosso próprio dinheiro, se hoje já não somos tuteladas e consideradas inferiores e incapazes, tudo isso devemos às mulheres que, antes de nós, lutaram, morreram, sofreram, foram encarceradas e ridicularizadas porque queriam tudo isso (e mais) que temos hoje.

Mas ainda não é tudo.

Quando, nas décadas de 1970 e 1980, entramos na vida produtivas, assumimos, quase sem querer, o modelo masculino de poder, de competição, de produção. Muitas executivas e políticas dessas décadas se transformaram em homens de tailleur e salto alto.

Era apenas mais uma etapa de um processo de libertação feminina que ainda está longe de terminar.

Hoje, no século XXI, as mulheres precisam resgatar a bruxa dentro delas.

Hoje é preciso lembrar que podemos ter os mesmos direitos que os homens na sociedade mas que somos muito, muito diferentes deles.

Somos a outra metade da vida. A metade que foi brindada pela natureza com a capacidade de gerar, de ser mãe, e, por isso mesmo, também com todas as capacidades do sexto sentido.

É essa capacidade, a do sexto sentido, que ainda está latente e adormecida dentro de nós. É o nosso lado bruxa, cruel e historicamente reprimido num mundo de guerra, num mundo onde o poder era apenas masculino e, portanto, desequilibrado.

O mundo é feito de mulheres e de homens. Para mulheres e para homens.

Depois de milênios sendo governado e dominado apenas por um lado, o masculino, não é de admirar que falte, nas relações humanas, exatamente o que caracteriza a magia feminina: o amor, a compreensão, a tolerância, a capacidade de conciliação.

E esses dons femininos nascem na intuição. Nascem nos cérebros femininos que os homens tanto rotularam de "pouco racionais".

Muito mais intuição do que razão e a razão que nasce da intuição - assim é a cabeça feminina. A sabedoria popular sabe bem que o coração tem razões que a razão desconhece.

O mundo só encontrará o equilíbrio quando o poder estiver também equilibrado entre a razão e o coração. Entre a cabeça da mulher e a cabeça do homem. Entre o estrogênio e a testosterona.

A terra precisa de mais Ladies Di e menos Margarets Tatcher.

Nosso planeta precisa de mulheres dividindo com os homens o poder, as decisões, o diálogo.

Não mais daquelas mulheres que se masculinizaram para conquistar um lugar ao sol no mundo produtivo, na vida política, mas sim de mulheres que estejam nas empresas, nas assembléias, nas igrejas, na política, na vida artística, com a sua alma feminina por inteiro. Ou seja, resgatadas a capacidade de seu sexto sentido, seu instinto materno, sua intuição (coisas que, para os homens, parecem mágicas, mas que para nós são tão naturais como respirar).

É o momento de resgatar a bruxa que perdemos ao longo do caminho e colocá-la a serviço da humanidade.




sábado, 5 de março de 2011

Ser Bruxa...



Ser Bruxa e Fazer Magia




Ser uma Bruxa é viver de acordo com as Leis da Natureza, é amar a vida em todas as suas manifestações e aspectos, é ser livre, é ousar, é criar, é fazer a sua vontade sem nunca prejudicar a nada e nem a ninguém.

O que é o “Despertar da Bruxa”?

Todas nascemos com os dons, apenas estão adormecidos, e despertamos quando encontramos a coragem de assumir os conhecimentos natos sobre a vida em comunhão com a magia.

E magia também é natural, falo da magia agindo em alquimia, alquimia dos instintos na natureza, magia com sentimento e intuição.

Não existe magia natural que é sobrenatural ou milagrosa, existe a energia focada em algum acontecimento, fato ou desejo, que pode ser auxiliada com instrumentos para direcionar o foco da mente atraindo ao resultado desejado.

Concordar com o significado de “ser Bruxa” ou de “magia” é difícil, depois de tantas versões após da idade média.

Para se ter uma idéia, já fomos a “bruxa má da branca de neve”, “a bruxa má do leste”, “comemos João e Maria”, e fizemos da palavra “magia” coisas sobrenaturais, voamos e transformamos os rivais em sapos… Inventaram muita balela sobre bruxas!

Porque tanta história sobre “a Bruxa”, no entanto ficamos poderosas e famosas, mas marcadas por supersticiosos.

A parte triste é ter fama de maldosas!

A minoria descrimina uma Bruxa, boa parte acha engraçadinho se fantasiar de bruxa no hallowen, mas a sorte é que a maioria sabe o verdadeiro significado de ser Bruxa.

Só quem tem desprezo ou medo de respeitar uma comunhão com a natureza tem tanto preconceito com as palavras bruxa, bruxaria e magia

As Bruxas dispõem de uma mente com imaginação, concebem formas de vida opcionais, respeitam o próprio corpo, idolatram a vida em geral e a mãe maior, a Terra.

A Bruxa conhece bem a natureza, e porque a conhece, a ama, e porque a ama, cuida e cura.

Para ser uma Bruxa assumida, seja ousada e crie um novo caminho, erga o peito e os olhos, o caminho é difícil, mas gratificante.

A felicidade anda ao lado de uma bruxa, pois ela ama, ousa, cria, cuida, dança, cozinha, trabalha, canta, beija, enxerga, liberta, ouve, respeita, sonha e acima de tudo… vive!

Aprenda a respeitar as escolhas das pessoas, se elas estão felizes assim, é assim que tem que ser.

Ninguém sabe ao certo o que é certo!

Deixe renascer a força que existe em seu interior, deixe seu instinto decidir seu recomeço, pois uma decisão profunda traz nova força e nova energia.

“ O Universo é cúmplice do homem que cumpre sua Verdadeira Vontade! ”
Crowley


(Magia Zen: By Sandra)

Tempo...

Recebi do Palestrante Saul Brandalise...
Deixo para reflexão....
Muito, muito interessante!!!!
Março...mês de novas atitudes!!!!

Que assim seja....

Oxalá....



Tempo
Saul Brandalise Jr.

O tempo e nossas colheitas estão em nossas mãos...

Existem dois dias, em uma vida, que nada poderemos fazer... O Ontem e o Amanhã.

O ontem está carimbado como passado. O Amanhã como futuro.

Existe, também, uma dualidade que as religiões insistem em querer manter viva para que prendam os seus fiéis, que é o bem e o mal.

O mal é força de um "malvado" que vem nos dominar e o bem de um super-herói que tudo sabe e tudo cria.

Na realidade, a dualidade "se faz real" para manter as pessoas presas e cativas às instituições que são cada vez mais fortes e mais rentáveis.

O mal e o bem estão em nós e em nossas posturas. Ninguém, no universo, tem poder para interferir em nosso Livre-Arbítrio.

Ora, quem acorda de manhã? Quem come? Quem anda? Que decide ir aqui ou acolá? Quem fala? Quem se cala?

Você, eu, não é verdade. Portanto, cabe exclusivamente a nós o destino de nossas vidas.

Uma das pessoas que eu mais admiro, não pelo que foi, mas pelo que fez, foi o Papa Gregório XIII. Nasceu em Bolonha, Itália, em janeiro de 1502. Quando percebeu que os Místicos ganhavam terreno com sua postura Cósmica Universal, e perdia fiéis para a instituição que defendia, Gregório alterou o Calendário que atualmente usamos no Ocidente e também em vários países do Oriente.

Mudou o dia do início do Ano. Saiu de primeiro de abril para primeiro de janeiro. Primeiro de abril, portanto, virou o dia da mentira. É "mentira" que o ano novo começa...

Alterou o nascimento de Jesus de 7 de março para 25 de dezembro. Era um dia de festas e troca de presentes.

Mas convenientemente fez a correção do ano solar.

Em agosto, que é o mês para que todos nós estejamos ao nosso gosto ( independência de postura e religião não quer isso) passou a determinar que é um período de muita atenção e cuidado... Aqui, no Brasil, absurdamente é o mês do cachorro louco.

Acabou com o encanto do mês de março. Na realidade, março é um marco para que tomemos boas atitudes e possamos começar o ano novo, primeiro de abril, com boas e adequadas energias.

Agora você sabe...

Escrevi tudo isso para lhe dar uma boa explicação e razões de que este é o seu, o meu, o nosso mês para TOMARMOS ATITUDES.

Devemos analisar adequadamente o que somos, se gostamos ou não de nossas colheitas e, porque elas acontecem, ou não.

Março é o marco para novas posturas e novos pensamentos. Mudar é o ponto. Fazer algo novo é o momento adequado.

Em primeiro de abril, começa um novo ciclo Cósmico de sete anos e a maneira que você começar, terá forte tendência de continuar assim pelo período. Mudar durante um ciclo é mais complicado e vai exigir muito mais esforço.

Tá ruim? Faça um favor a si mesmo... Mude. Mas mude com consciência de que você tem o leme de sua vida. Faça uma análise de seus valores. Procure entender como foi educado e tenha presente que normalmente família é resgate kármico.

Se você não decide é porque alguém lhe tolheu a iniciativa. Isso se chama adestramento e não educação.

Analise fortemente o meio em que vive e com quem convive. Se o que prevalece é a postura ou o dinheiro. Se você olha para dentro ou continua preocupado exclusivamente com a aparência.

Quais seus hábitos? Quais seus vícios?

Noventa e nove por cento das pessoas se tornam reféns de hábitos. Tem medo de mudar. Mesmo que esteja ruim é melhor assim do que buscar o desafio do novo. Afinal, para ficar como está não se precisa fazer nada.

Tenha consciência que vida é Causa e Efeito e que se você fala dos outros é bem provável que muitos falem de você... Se brinca com a vida, ela, nada mais será do que uma constante brincadeira.

Muita piada, muita mentira, muita fofoca...

Conviver com isso e querer que a vida seja algo sério é, no mínimo, falta de conhecimento sobre o que somos e porque estamos vivendo uma vida neste planeta.

Quero colo! Ótimo e quando você vai entender que a vida é uma jornada individual?

Alguém me ajude! Sim e como você vai crescer e aprender a superar obstáculos?

Estamos verdadeiramente no TEMPO de um MARCO em nossas vidas. Março é o mês de nossas grandes decisões. Porém, precisamos ter consciência que as decisões maiores são as que brotam de dentro para fora e não da mão para o bolso.

Ou seja, são de valores e não de coisas materiais. Para termos um externo lindo é preciso, antes, aprimorar o interno...

E, decisão sem ação, é melhor nem decidir...

Ainda dá tempo. É só querer. Mãos à obra, portanto.



Sei que nos veremos.


Beijo na Alma

É Carnaval...

É Carnaval...
E o que é Carnaval????
Decoração do centro de Floriapa...
Ilha das Bruxas...
Bruxas da Ilha!!!!!




Carnaval

Festa popular, o carnaval ocorre em regiões católicas, mas sua origem é obscura. No Brasil, o primeiro carnaval surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. Hoje é uma das manifestações mais populares do país e festejado em todo o território nacional.

Conceito e origem. O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou.

O termo carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavra dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne.


A própria origem do carnaval é obscura. É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.

Período de duração. Os dias exatos do início e fim da estação carnavalesca variam de acordo com as tradições nacionais e locais, e têm-se alterado no tempo. Assim, em Munique e na Baviera (Alemanha), ela começa na festa da Epifania, 6 de janeiro (dia dos Reis Magos), enquanto em Colônia e na Renânia, também na Alemanha, o carnaval começa às 11h11min do dia 11 de novembro (undécimo mês do ano). Na França, a celebração se restringe à terça-feira gorda e à mi-carême, quinta-feira da terceira semana da Quaresma. Nos Estados Unidos, festeja-se o carnaval principalmente de 6 de janeiro à terça-feira gorda (mardi-gras em francês, idioma dos primeiros colonizadores de Nova Orleans, na Louisiana), enquanto na Espanha a quarta-feira de cinzas se inclui no período momesco, como lembrança de uma fase em que esse dia não fazia parte da Quaresma. No Brasil, até a década de 1940, sobretudo no Rio de Janeiro, as festas pré-carnavalescas se iniciavam em outubro, na comemoração de N. Sra. da Penha, crescia durante a passagem de ano e atingia o auge nos quatro dias anteriores às Cinzas — sábado, domingo, segunda e terça-feira gorda. Hoje em dia, tanto em Recife (Pernambuco), quanto em Salvador (Bahia), o carnaval inclui a quarta-feira de cinzas e dias subseqüentes, chegando, por vezes, a incluir o sábado de Aleluia.



Carnaval no Brasil. Nem um décimo do povo participa hoje ativamente do carnaval— ao contrário do que ocorria em sua época de ouro, do fim do século XIX até a década de 1950. Entretanto, o carnaval brasileiro ainda é considerado um dos melhores do mundo, seja pelos turistas estrangeiros como por boa parte dos brasileiros, principalmente o público jovem que não alcançou a glória do carnaval verdadeiramente popular. Como declarou Luís da Câmara Cascudo, etnólogo, musicólogo e folclorista, "o carnaval de hoje é de desfile, carnaval assistido, paga-se para ver. O carnaval, digamos, de 1922 era compartilhado, dançado, pulado, gritado, catucado. Agora não é mais assim, é para ser visto".



Entrudo. O entrudo, importado dos Açores, foi o precursor das festas de carnaval, trazido pelo colonizador português. Grosseiro, violento, imundo, constituiu a forma mais generalizada de brincar no período colonial e monárquico, mas também a mais popular. Consistia em lançar, sobre os outros foliões, baldes de água, esguichos de bisnagas e limões-de-cheiro (feitos ambos de cera), pó de cal (uma brutalidade, que poderia cegar as pessoas atingidas), vinagre, groselha ou vinho e até outros líquidos que estragavam roupas e sujavam ou tornavam mal-cheirosas as vítimas. Esta estupidez, porém, era tolerada pelo imperador Pedro II e foi praticada com entusiasmo, na Quinta da Boa Vista e em seus jardins, pela chamada nobreza... E foi livre até o aparecimento do lança-perfume, já no século XX, assim como do confete e da serpentina, trazidos da Europa.

O Zé-Pereira. Em todo o Brasil, mas sobretudo no Rio de Janeiro, havia o costume de se prestar homenagem galhofeira a notórios tipos populares de cada cidade ou vila do país durante os festejos de Momo. O mais famoso tipo carioca foi um sapateiro português, chamado José Nogueira de Azevedo Paredes. Segundo o historiador Vieira Fazenda, foi ele o introdutor, em 1846, do hábito de animar a folia ao som de zabumbas e tambores, em passeatas pelas ruas, como se fazia em sua terra. O zé-pereira cresceu de fama no fim do século XIX, quando o ator Vasques elogiou a barulhada encenando a comédia carnavalesca O Zé-Pereira, na qual propagava os versos que o zabumba cantava anualmente: E viva o Zé-Pereira/Pois que a ninguém faz mal./Viva a pagodeira/dos dias de Carnaval! A peça não passava de uma paródia de Les Pompiers de Nanterre, encenada em 1896. No início do século XX, por volta da segunda década, a percussão do zé-pereira cedeu a vez a outros instrumentos como o pandeiro, o tamborim, o reco-reco, a cuíca, o triângulo e as "frigideiras".

As fantasias. O uso de fantasias e máscaras teve, em todo o Brasil, mais de setenta anos de sucesso — de 1870 até início do decênio de 1950. Começou a declinar depois de 1930, quando encareceram os materiais para confeccionar as fantasias — fazendas e ornamentos –, sapatilhas, botinas, quepes, boinas, bonés etc. As roupas de disfarce, ou as fantasias que embelezaram rapazes e moças, foram aos poucos sendo reduzidas ao mais sumário possível, em nome da liberdade de movimentos e da fuga à insolação do período mais quente do ano.

E foram desaparecendo os disfarces mais famosos do tempo do império e início da república, como a caveira, o velho, o burro (com orelhões e tudo), o doutor, o morcego, diabinho e diabão, o pai João, a morte, o príncipe, o mandarim, o rajá, o marajá. E também fantasias clássicas da commedia dell’arte italiana, como dominó, pierrô, arlequim e colombina — de largo emprego entre foliões e que já não tinham razão de ser, depois que a polícia proibiu o uso de máscaras nos salões e nas ruas... Aliás, desde 1685 as máscaras ora eram proibidas, ora liberadas. E a proibição era séria, bastando dizer que as penas, já no século XVII, eram rigorosíssimas: um proclama do governador Duarte Teixeira Chaves mandava que negros e mulatos mascarados fossem chicoteados em praça pública, e brancos mascarados fossem degredados para a Colônia do Sacramento...

Mas, na década de 1930, muitas daquelas fantasias ainda eram utilizadas, inclusive com máscaras. Entre elas estavam as de apache, gigolô, gigolete, malandro (camiseta de listras horizontais, calça branca, chapéu de palhinha, lenço vermelho no pescoço), dama antiga, espanhola, camponesa, palhaço, tirolesa, havaiana, baiana.

Aos poucos, os homens foram preferindo a calça branca e a camisa-esporte, até chegar à bermuda e ao busto nu, mas isso só depois da década de 1950; as mulheres passaram às fantasias mais leves, atingindo, depois, o maiô de duas peças e alguns colares de enfeite, logo o biquíni, o busto descoberto etc.

Bailes de carnaval. O carnaval europeu começou, na rua, com desfiles de disfarces e carros alegóricos; e, em ambiente fechado, com bailes, fantasias e máscaras. O carnaval carioca, certamente o primeiro do Brasil, surgiu em 1641, promovido pelo governador Salvador Correia de Sá e Benevides em homenagem ao rei Dom João IV, restaurador do trono de Portugal. A festa durou uma semana, do domingo de Páscoa em diante, com desfile de rua, combates, corridas, blocos de sujos e mascarados. Outro carnaval importante foi o de 1786, que coincidiu com as festas para comemorar o casamento de Dom João com a princesa Carlota Joaquina. Mas o primeiríssimo baile de máscaras aconteceu em 22 de janeiro de 1840, no hotel Itália, no largo do Rocio, no mesmo local em que se ergueria depois o teatro e depois cinema São José, na praça Tiradentes, no Rio. A entrada custava dois mil réis, com direito à ceia.

No entanto, a voga dos bailes carnavalescos em casas de espetáculos só se generalizou na década de 1870. Aderiram à moda o teatro Pedro II, o teatro Santana, e aí até os estabelecimentos populares entraram na dança, no Skating Rink, o Clube Guanabara, o Clube do Rio Comprido, a Societé Française de Gymnastique, em teatros que se alinhavam ao lado dos bailes públicos, mas em área social selecionada.

O carnaval se alastra: surgem "arrastados" em casas de família, bailes ao ar livre, bailes infantis e os pré-carnavalescos, bailes em circos, matinês dançantes. Afinal, certos bailes ganharam fama nacional e até internacional, realizados em grandes clubes, hotéis ou teatros: em 1908 houve o primeiro dos bailes do High-Life, que chegaram ao fim nos anos 40; em 1918 iniciou-se a tradição do baile dos Artistas, no teatro Fênix; em 1932, o primeiro grande baile oficializado, o do teatro Municipal, abriu caminho para muitos outros; e logo vieram os do Glória, Palácio Teatro, Copacabana Palace, Palace Hotel, Cassino da Urca, Cassino Atlântico, Cassino Copacabana, Quitandinha (em Petrópolis), Automóvel Clube do Brasil.

Em 1935, o Cordão dos Laranjas construiu um salão, em forma de navio, que "atracou" na Esplanada do Castelo, e ali se realizariam alguns dos mais alegres bailes de três ou quatro carnavais. E enquanto o Municipal iniciava concursos de fantasias de luxo (a princípio só femininas, e, depois dos anos 50, masculinas), os bailes que atraíam multidões eram os do Botafogo, Fluminense, Flamengo, Vasco da Gama, América. Bem familiares em suas primeiras versões, reunindo a sociedade abastada em trajes de gala, foram-se tornando cada vez menos bailes de fantasia. Já não se conseguia dançar, apenas pular, e à casaca e ao smoking juntavam-se o traje-esporte e o mulherio semidespido. E existiam os bailes gremiais como o das Atrizes, o Vermelho e Negro, o dos Pierrôs etc.

Banho de mar à fantasia. Nos bailes, as danças variavam, de polca, lundu e tanguinho a sambas, marchinhas, frevos, jongos e cateretês, com todos os participantes cantando, pulando e "fazendo cordão". Já nos banhos de mar à fantasia, porém, os foliões cantavam a plenos pulmões as músicas de sua preferência e também aquelas que eram divulgadas por discos e nos coretos municipais animados por bandas de música.

Os banhos de mar à fantasia criaram hábito no intervalo entre a primeira e a segunda Guerra Mundial. Os blocos e foliões trajavam fantasias de papel crepom e, após desfilarem nas praias, caíam na água, tingindo-a por horas, pois as fantasias de papel desbotavam fortemente. Havia, é claro, outro traje de banho, normal, sob aqueles carnavalescos e efêmeros.

Batalha de confete e corsos. O confete, a serpentina e o lança-perfume — os três elementos que, entre o início do século e a década de 1950 animaram o carnaval brasileiro de salão — também cooperaram para o maior êxito dos corsos que deram vida ao carnaval de rua. E neste, as batalhas de confete constituíam o momento culminante. A moda do corso, iniciada timidamente logo após a chegada dos primeiros automóveis, atingiria seus momentos de glória entre 1928 e a década de 1940. Consistia o corso numa passeata carnavalesca de carros de passeio conversíveis, de capota arriada, enfeitados de panos coloridos e bandeirolas, conduzindo famílias ou grupos de foliões que se sentavam não só nos assentos mas também sobre a capota arriada, sobretudo as moças fantasiadas de saias bem curtas, cantando ou jogando serpentinas e confetes nos pedestres, que se amontoavam nas beiras das calçadas para vê-las passar.

Essa gente motorizada brincava também com os ocupantes dos carros vizinhos e, por vezes, com os veículos rodando lentamente, emendavam o cortejo atirando montes de confete e milhares de metros de serpentina que enlaçavam os carros e se acumulavam no asfalto das avenidas a cada noite. O lança-perfume também era usado em profusão, enquanto a confraternização com os pedestres se ampliava não só através dos jatos de lança-perfume — o que abria caminho para conhecimentos mais íntimos, namoricos etc. — como também de caronas momentâneas na disputa de músicas entoadas por uns e por outros. Cada cidade possuía seu local de corso, e o do Rio de Janeiro ocorria, principalmente, na avenida Rio Branco (antiga avenida Central), mas a certa altura, em vários carnavais o corso se prolongava à avenida Beira-Mar, atingindo o Flamengo e Botafogo até o Pavilhão Mourisco, no final da praia.

Quase conseqüência do corso — que desapareceu com o advento das limusines e carros fechados — as batalhas de confete ocorriam em locais determinados que possuíssem torcidas bairristas organizadas ou blocos fortes para desenvolver a disputa — uma competição de canto, dança na rua e corso (nem sempre). Nas semanas ou meses que antecediam o tríduo de Momo, essas torcidas ou blocos organizavam as festas em que se gastavam quilos de confete e serpentina, litros de lança-perfume, e em que se dava a disputa entre as preferidas de cada agremiação. Tais batalhas se prolongavam, às vezes, até o amanhecer, algumas superando a empolgação dos dias de carnaval "legítimo". Pois ali se exibiam os blocos, os ranchos e os foliões avulsos.

Blocos, ranchos, grandes sociedades. No carnaval de rua era comum o "trote" e os blocos de sujos. O encontro de blocos resultava, às vezes, em batalhas campais de sopapos. Nos desfiles, entre os anos 1919 e 1939, destacavam-se os tradicionais ranchos, que desfilavam às segundas-feiras. Havia ainda as grandes sociedades, com seus carros alegóricos, repletos de mulheres bonitas, alegorias mitológicas, históricas e cívicas; carros de crítica política encerravam, no fim da noite de terça-feira gorda, os festejos. Tais agremiações se chamavam Tenentes do Diabo, Pierrôs da Caverna, Clube dos Democráticos, Fenianos, Congresso dos Fenianos, Clube dos Embaixadores etc.

A grande concentração popular se fazia na avenida Rio Branco, da Cinelândia até a rua do Ouvidor. A classe média alta preferia as imediações do Jóquei Clube, entre a avenida Almirante Barroso e a rua Araújo Porto Alegre. Alguns levavam seus próprios assentos, cadeiras e banquinhos, mais tarde substituídos por palanques e arquibancadas montados pela prefeitura. A segunda-feira era célebre não só pelo desfile de ranchos — que usavam fogos de artifícios coloridos –, mas também porque os freqüentadores do baile do Municipal eram observados pelo populacho, que ia admirar-lhes as fantasias. A Galeria Cruzeiro, hoje edifício Av. Central, era o ponto focal do trecho entre a rua São José e a avenida Almirante Barroso, a área de maior animação dos carnavalescos tradicionais, que cantavam e dançavam ao som das músicas lançadas nos palcos dos teatros de revista e nas emissoras de rádio.

Escolas de samba. As "escolas de samba" nasceram de redutos de diversão das camadas pobres da população do Rio de Janeiro, em sua quase totalidade negros. Reuniam-se para cultivar a música e a dança do samba e outros costumes herdados da cultura africana, e quase sempre enfrentavam ostensiva repressão policial. Para a formação desses redutos contribuiu decisivamente a migração de populações rurais nordestinas, que, atraídas para a capital em fins do século XIX, introduziram um mínimo de organização e de sentido grupal ao carnaval carioca, até então herdeiro do entrudo português.

No entanto, a denominação "escola" só vai surgir em 1928, com a criação da Deixa Falar, no bairro do Estácio. Ismael Silva (1905-1978), seu fundador, explicava o termo como decorrência da proximidade da Escola Normal, no mesmo bairro, o que fazia os sambistas locais serem tratados de "professor" ou "mestre". Posteriormente surgem diversas outras escolas, entre as quais Portela, Mangueira e Unidos da Tijuca. No começo, pouco se distinguiam dos blocos e cordões, com ausência de sentido coreográfico e sem qualquer caráter competitivo. Com o tempo, transformam-se em associações recreativas, abertas, cuja finalidade maior é competir nos desfiles carnavalescos, transformados em atração máxima do turismo carioca. De tal forma agigantam-se, que seus encargos — a partir da década de 1960 — equivalem aos de uma empresa, o que as obriga a funcionar por todo o ano, promovendo rodas de samba e "ensaios" com entrada paga, maneira de amenizarem os gastos decorrentes da preparação dos desfiles.

Com a oficialização dos desfiles, a partir de 1935, as escolas passam a receber subsídios da prefeitura, transformando-se, a partir de 1952, em sociedades civis, com regulamento e sede, elegendo periodicamente suas diretorias, inclusive um diretor de bateria, que comanda os instrumentos de percussão, e um diretor de harmonia, responsável pelo entrosamento de canto e orquestra. A escola desfila precedida de um abre-alas (faixa que pede passagem e anuncia o enredo) e da comissão de frente (dez a quinze sambistas, representando simbolicamente a diretoria da escola). A seguir, pastoras (antigas dançarinas dos ranchos), fazendo evoluções; mestre-sala e porta-bandeira; destaques; academia (coro masculino e bateria). O restante divide-se em alas, geralmente com coreografias especiais, e carros alegóricos. Apresentam sempre um tema nacional — lenda ou fato histórico — expresso no samba-enredo, base de todo o desfile.

Até 1932, quando foi organizado o primeiro desfile, as escolas limitavam-se a percorrer livremente as ruas, acompanhadas por populares. Naquele ano, o jornal Mundo Esportivo organizou um desfile na praça Onze, de que participaram dezenove escolas, saindo vitoriosa a Estação Primeira de Mangueira. No ano seguinte o número de concorrentes subiu para 29 e o desfile foi promovido pelo jornal O Globo, saindo vitoriosa novamente a Mangueira. Em 1934, ano em que foi fundada a União Geral das Escolas de Samba, a competição foi realizada no dia 20 de janeiro, em homenagem ao prefeito Pedro Ernesto, e a Mangueira alcançou o tricampeonato.

O interesse em fomentar a competição com atração turística começou em 1935, quando o certame foi apoiado pelo Conselho de Turismo da Prefeitura do então Distrito Federal, obtendo a Portela sua primeira vitória, ainda com o nome de Vai Como Pode. A partir daí, já estabelecido como promoção oficial do carnaval carioca, o desfile foi realizado sem interrupção, exceto nos anos de 1938 e 1952, quando as chuvas impediram a promoção.

O modelo se estendeu a todas as capitais brasileiras, excetuando-se duas: Salvador da Bahia e o conjunto Recife-Olinda, em Pernambuco.

Carnaval de Pernambuco e Bahia. O carnaval pernambucano, especialmente em Olinda e Recife, é um dos mais animados do país, e essa característica cresceu paralelamente à extinção do carnaval de rua na maior parte das cidades brasileiras, por causa do desfile das escolas de samba. As principais atrações do carnaval pernambucano — cujos bailes também são os mais animados — são, na rua, o frevo, o maracatu, as agremiações de caboclinhos, a imensa participação popular nos blocos (reminiscências modernizadas dos antigos "cordões") e os clubes de frevo. Em Recife e Olinda os foliões cantam e dançam, mesmo sem uniformes ou fantasias, ao som das orquestras e bandas que fazem a festa. Os conjuntos de frevo mais animados são os Vassourinhas, Toureiros, Lenhadores e outros.

Lembrando, pela cadência, os velhos ranchos, os maracatus estão ligados às tradições afro-brasileiras. Já os caboclinhos constituem outro tipo de agremiação folclórica, cujos desfiles são apenas vistos e aplaudidos.

A outra cidade em que a participação popular é costumeira, e onde todos cantam, dançam e brincam é Salvador. Uma invenção surgida na década de 1970 e que, à diferença do frevo, conseguiu contagiar outros estados e cidades, foi o trio elétrico — um caminhão monumental no qual se instalam aparelhos de som, equipados com poderosos alto-falantes que reproduzem continuamente as composições carnavalescas gravadas. Há ainda, como em Recife e Olinda, muitos populares que improvisam fantasias simples mas também adotam a postura galhofeira e vestem os disfarces de cinqüenta ou cem anos atrás. Tudo isto traduz bem o espírito momesco irreverente que impele a multidão à descontração total.

Músicas de carnaval. Durante o império, as músicas cantadas no período carnavalesco, no Brasil, eram árias de operetas, depois lundus, tanguinhos, polcas e até valsas. No início do século XX, predominaram, nas ruas, as cantigas de cordões e ranchos e, nos bailes, chorinhos lentos, polcas-chulas, marchas, fados, polcas-tangos, toadas e canções. Logo após a primeira guerra mundial, os palcos dos teatros-de-revista tornaram-se os lançadores das músicas de carnaval e iniciou-se, então, o domínio das marchinhas, maxixes, marchas-chulas, cateretês e batucadas. E também do samba, que, na era do rádio, entre 1930 e 1960, dividiu os louros com a marchinha, embora às vezes cedesse ao sucesso de um jongo, de uma valsa ou de uma batucada. O samba, nos salões e na rua, era absoluto. Mas desde fins do decênio de 1960, com a consolidação do desfile das escolas de samba, o samba e a marcha mergulharam no ostracismo, trocados pelo samba-enredo das escolas de samba.

(Pesquisas Barsa: miniweb)

Tortinha pro Carnaval...

Delicia de Torta de Maracujá...
Façam...é divina!!!!

Torta-musse de maracujá






Ingredientes

Ingredientes para a massa

2 pacotes de biscoito de chocolate
8 colheres (sopa) de manteiga

Ingredientes para o recheio
1 envelope (12 g) de gelatina em pó sem sabor
4 colheres (sopa) de água
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite
A mesma medida (da lata) de polpa de maracujá sem sementes

Ingredientes para a cobertura
Polpa de 2 maracujás com sementes
1 xícara (chá) de açúcar

Modo de preparo

Modo de preparo da cobertura:
Coloque a polpa de maracujá e o açúcar numa panelinha e leve ao fogo. Ferva por alguns minutos, sem parar de mexer. Retire do fogo e deixe esfriando.



Modo de preparo da massa:
Triture os biscoitos aos poucos no liquidificador. Misture o biscoito triturado com a manteiga até obter uma farofa. Forre com ela o fundo e os lados de uma fôrma redonda de aro removível de 24 cm de diâmetro, apertando bem com os dedos. Reserve.



Modo de preparo do recheio:
Hidrate a gelatina com a água e dissolva em banho-maria. Bata no liquidificador a gelatina dissolvida com os demais ingredientes do recheio. Recheie a torta. Leve à geladeira até firmar (cerca de 3 horas). Desenforme e espalhe por cima a cobertura.

Fotografia:
Marcelo de Breyne



I Encontro Nacional de Astrologia da CNA





Dias 26 e 27 / 03 – das 11:00 às 18:00

Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos – Av. Nações Unidas, 4777 – São Paulo

Entrada Gratuita


SÁBADO, 26 de março de 2011

11h00m – PAINEL “ASTROLOGIA: MANUAL DE INSTRUÇÕES
1. Palestrante : Adriane Fayet (PR)
Título da palestra: Conectados desconectados
Sinopse : A astrologia pode ser uma ferramenta para nos conectarmos à vontade do céu. Qual é o tempo do céu e o que podemos escolher.

2. Palestrante: Alexey Dodsworth (SP)
Título da palestra: Astrologia, astronomia e a polêmica da mudança dos signos
Sinopse: Algumas autoridades da ciência oficial realizam constantes críticas contra a Astrologia. O que faz sentido e o que não faz sentido nestas manifestações. O que é “signo astrológico”.

12h00m – Intervalo para almoço

13h30m – PAINEL “ASTROLOGIA CONTEMPORÂNEA”

1. Palestrante: Eduardo Loureiro Jr. (Distrito Federal)
Título: Era uma vez um quincunce e foram felizes para sextil — uma astrodramaturgia dos aspectos.
Sinopse: Os aspectos, em astrologia, indicam a distância angular entre os planetas, expressando a relação que os planetas têm uns com os outros em determinado momento. A presente palestra mostrará como essa distância/relação pode ser interpretada em termos de uma sequência dramática similar à que encontramos em peças, filmes e livros.

2. Palestrantes: Vanessa Guazzelli e Fabiana Pizetta (Rio Grande do Sul)
Título: Lua Negra – princípios para interpretação e trânsito atual
: Abordaremos os princípios que fundamentam nossa interpretação da Lua Negra em mapa natal e em trânsito, trazendo alguns exemplos e observando sua posição atual no céu, em consideração à entrada de Urano em Áries e de Netuno em Peixes.

14h30m – PAINEL “ASTROLOGIA E RECURSOS TERAPÊUTICOS”

1. Palestrante : Mônica Laudares (MG)
Título: Plutão em Capricórnio, no consultório
Sinopse: Uma reflexão de como lidamos com a perda do poder, status, separações e superações, experiências humanas arquetípicas. Relatos e depoimentos de casos em um consultório de psicologia e astrologia sobre o efeito transformador do sofrimento. Como será o caminho para a cura, já que muitas vezes o sofrimento é um grande enigma?

2. Palestrante: Andrea Maluf (CE)
Título: Astrologia médica e saúde mental
Sinopse: Astrologia, possível indicador terapêutico?

15h30m – Intervalo.

15h45m – PAINEL “ASTROLOGIA, DINÂMICAS PSICOLÓGICAS E ESPIRITUAIS”

1. Palestrante: Gicele Alakija (BA)
Título: O mapa astrológico na terapia de regressão a vidas passadas
Sinopse: Relato de experiências de consultório: o uso do mapa astrológico nas diversas etapas da terapia;comparação entre padrões cármicos evidenciados no mapa natal de pacientes e suas histórias de vidas passadas relativas a esses padrões; o uso de trânsitos e revoluções solares como ”pontes” no processo para realizar mudanças na vida atual.

2. Palestrante: Rodrigo Araês C. Farias
Título: Análise de um caso de mapa familiar, por casas derivadas.
Sinopse: A partir do mapa da Matriarca de uma família de 14 filhos, 28 netos, e demais agregados, mostrar que o método de casas derivadas pode funcionar como um indicador astrológico de constelação familiar. Estudo de similaridades e complementos familiares.

16h45 – PAINEL “ASTROLOGIA TRADICIONAL”

1. Palestrante: Rodolfo Veronese (Rio de Janeiro)
Título: As Grandes Conjunções
Sinopse: Uma exposição das técnicas de Astrologia Mundial da era Medieval e suas questões técnicas e político-religiosas.

2. Palestrante: Guy Taillade (Ceará)
Título: Astrologia tradicional e a distinção entre profissão, carreira, trabalho e vocação.
Sinopse: Profissão e vocação são termos aparentemente sinônimos, mas que na realidade diferem entre si. O que significam de fato? Como podemos identificar e diferenciar profissão de vocação numa carta astrológica, segundo a Astrologia Tradicional?

17h45m – Cerimônia de Transição da Diretoria da Central Nacional de Astrologia.

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DOMINGO, 27 de março de 2011

14h00m – PAINEL “ASTROLOGIA POLÍTICA

1. Palestrante: Mauricio Bernis (SP)
Título: O Governo Dilma e o Brasil em 2011 – Economia, Negócios e Política
Sinopse: Uma visão astrológica das possibilidades de negócios e investimentos e da economia brasileira e mundial.

2. Palestrante: Carlos Dum (Venezuela)
Título: O verdadeiro mapa de Hugo Chávez
Sinopse: Diversos sites de Astrologia divulgam mapas astrológicos contraditórios para Hugo Chávez. Nesta palestra, você terá acesso a uma análise do perfil do presidente da Venezuela, de acordo com seu verdadeiro horário de nascimento, fornecido por sua própria mãe.

15h00m – PAINEL “ASTROLOGIA E SOCIEDADE”

1. Lydia Vainer (SC)
Título: A trajetória dos planetas lentos e comportamento das gerações
Sinopse: O tema versa sobre a mudança de enfoque social , cultural , e comportamental de cada geração e sua relação com as mudanças de signos de Plutão, Urano e Netuno. A analise será feita a partir de um estudo histórico desde o final do século 19 até os dias de hoje.

2. Palestrante: Maurice Jacoel (DF)
Título: O ciclo do planeta Urano, em relação à história do Brasil e ao novo Governo.
Sinopse: Uma reflexão sobre o trânsito de Urano em Áries na história brasileira e sua importância no novo governo.

16h00m – Intervalo

16h15m – PAINEL “ASTROLOGIA E RELAÇÕES HUMANAS”

1. Palestrante: Giane Portal (RS)
Título: A Entrada de Urano em Áries e os Relacionamentos
Sinopse: Que transformações nas maneiras de se relacionar vêm por aí? A configuração celeste atual sob ponto de vista das relações humanas, no aspecto social e pessoal.

2. Palestrante: Titi Vidal (SP)
Título: Olhando para si mesmo para olhar para o outro – Como se relacionar melhor conhecendo o próprio mapa natal.
Sinopse: Neste momento astrológico, não podemos mais jogar a responsabilidade pela felicidade e pelo sucesso da relação no outro. A proposta é mostrar a importância da análise do mapa natal como um todo sob a perspectiva dos relacionamentos.

17h15m – PAINEL “ASTROLOGIA: TIRE SUAS DÚVIDAS”

Mesa redonda com todos os participantes do evento para uma interação com o público. Perguntas serão selecionadas de acordo com sua relevância, e dirigidas (ou não) a palestrantes específicos.

17h50m – ENCERRAMENTO

quinta-feira, 3 de março de 2011

Carnaval...

Carnaval...
Mais de mil palhaços no salão, hehehhehe
...ou palhaças, hihihhiihi
Vários programas, coisas boas, com pessoas amigas, especiais....
Então...bom Carnaval a todos, excelente feriadão, bebam moderadamente e curtam com responsa!!!!
E usem camisinha!!!!!!!!!!! hiihihihiihihihih
E terça tem Feijoada do Landão!!!!!
Homenagem ao nosso paizão!!!!!!!!!!!!!!!
Mas depois conto mais....

Oxalá....

Bruxa Preta




Férias...

Amanhã...
10 dias de férias...
Descansar o corpo, a mente e a alma!!!
Eu e marido estamos merecendo!!!!!
Muitas coisas para fazer...fazer muitas coisas boas!!!!!!!!!
É carnaval...
Lá vem a Feijoadinha do Landão....
Tudo de bom!!!!!!!!!!!!!!
Volto com as novidades!!!!!!
Muitas novidades...
Havaianas nos pés!!!!!
E no Brasil, o ano começa depois do Carnaval...
Feliz Início de Ano!!!!

Feliz 2011!!!!!!!!!




Delicia!!!!!



Luz Vitral...

Meu Bruxo recebeu por e-mail e me repassou...
Deve ser bem interessante o espaço!!!!
Se fosse pertinho, iria...
Mas um dia...no carnaval do ano passado, fomos para Marau no RS...
Quem sabe neste ano, iremos em Bento Gonçalves...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Beijinhos...

Por hoje chega de computador...o mundo virtual é muito cansativo...
Nanar com meu marido...coisa de vida real!!!!!
Abraços e beijinhos....e carinhos sem ter fim...
Já dizia o poeta....
Boa noite...
Beijos...


Curso de Astrolgia com Lydia Vainer...

Minha mestre Lydia,  iniciará uma turma para iniciantes em Astrologia, agora em Abril...
Quem gosta, se interessa e tem vontade de conhecer e estudar a Astrologia, tá a chance de uma nova turma, com a melhor de todas!!!!!
Dona Senhora das Plantas...tá aí a chance de iniciar neste grande estudo e magia!!!!!
Eu te levo, hehehehhe, e já vou estudando junto com a turma!!!!!

Grande oportunidade com Lydia, a mestre da Astrologia no Brasil!!!!!




CURSO DE ASTROLOGIA*




*Com LYDIA VAINER*



A Astrologia é uma sabedoria milenar, que estuda a interação entre as influências dos astros e a personalidade humana.
A proposta deste curso é ensinar os princípios da Astrologia através de um método particular, que também inclui a análise das nuances dos mapas astrais dos participantes.

As aulas acontecerão uma vez ao mês, em dois dias da semana, das 19 às 22hs.

O conteúdo do curso segue anexo, com o cronograma e o endereço.


As vagas são limitadas, antecipe seu contato.



Informações e Inscrições:

*8408-0711*

(Mônica - email: monicakotzias@gmail.com)

Sociedade Viva Cazuza...

terça-feira, 1 de março de 2011

Mandalas...

Pesquisa feita pela Amarela e pela Salsinha, para Lammas!!!!
Cores para a Alma!!!!!





Mandalas...
 
Na análise das junções das cores, sempre se deverá avaliar o que está acontecendo com a pessoa no momento em que fez sua mandala, com relação ao que acontece no seu dia-a-dia, porque a cor revela o nosso “eu” interior.
 
Anie e Lilla Beck em sua pesquisa sobre a associação das cores chegaram a concluir o seguinte:
 
Um conjunto de cores caracteriza um traço de personalidade, porque as cores estão ligadas às emoções.
 Cada pessoa possui muitas facetas a serem analisadas e trabalhadas, portanto, cada associação de cor diferente representa uma faceta a ser observada.



Vermelho e suas associações

Na cor vermelha, existem inúmeros matizes que vão do tom rosa escuro ao vermelho bem forte. Por exemplo, o rosa escuro pode significar um amor intenso pela humanidade.

O vermelho intenso indica uma sensibilidade exacerbada. Por exemplo: pessoa dominada por paixões e emoções fortes, com total incapacidade de dominar a psique. O vermelho associado ao laranja pode indicar algo ligado à sexualidade. Devem-se sempre analisar seus matizes.

Se o vermelho forte estiver associado ao amarelo, poderá indicar irritação. Sempre se avalia com o significado emocional da cor que está próxima. O amarelo está associado com as habilidades da mente.

O vermelho associado ao verde pode significar um imenso amor emocional, ou profundamente ferido. O vermelho assemelha-se a sangue. O verde está ligado ao amor, ao amor ferido ou à paixão. Sempre se analisa, com a pessoa, o que está se comunicando em todas as áreas de sua vida.

Quando o vermelho for associado ao azul anil, deve-se observar algo com distúrbio mental, principalmente quando aparecer em índice elevado. Deve-se aprofundar mais nas características de personalidade, observar as funções do ego e como a pessoa está adaptada ao meio ambiente.

O vermelho associado ao preto indica ausência de segurança básica, baixa autoestima, indicador de medos. O laranja mais associado ao verde representa aquelas pessoas que são mais adaptadas e calmas, que controlam seus impulsos e a sensibilidade, levam a vida de maneira mais harmoniosa e constante.


 
Amarelo e suas associações

O amarelo associado ao vermelho indica como o corpo logo se entedia e exige novos estímulos, nada dura muito, introversão. Também está associado à autoconfiança, à sociabilidade e à comunicação.

O amarelo associado ao laranja indica que as pessoas estão voltadas para si, colocam a si mesmas ou carreiras na frente dos filhos e cônjuge. O amarelo associado ao verde é sinal de que a pessoa está tentando controlar as emoções do coração com o intelecto. São pessoas as quais seus objetivos não levam o coração em consideração.

O amarelo associado ao azul claro indica que a pessoa possui inteligência, mas precisa comprovar isso constantemente, pois tem a necessidade de aprovação. O amarelo associado ao anil representa pessoas frias e analíticas. São pessoas imparciais.

O amarelo associado ao marrom (ocre) significa que a sociabilidade, assim como a comunicação, estão presas, contidas, ensimesmadas. A pessoa está presa dentro de si.


Verde e suas associações

O verde associado ao vermelho no centro de reprodução significa que o coração governa a vida sexual. Não é a variedade de atividade que importa e, sim, a quantidade de amor dada no momento do contato. Significa o relacionamento com profundo amor.

O verde associado ao laranja representa pessoas sensíveis. O verde associado ao amarelo indica o quanto uma pessoa expressa sentimentos de calor humano e generosidade, amor aos outros.

O verde associado ao azul claro significa pessoas bondosas. São aquelas que não sabem dizer não quando é necessário. Se houver excesso de verde, elas correm o risco de serem usadas pelos outros.

O verde associado ao azul anil são pessoas que a bondade sobrepuja a pessoa.



O Azul claro e suas associações

O azul claro associado ao vermelho indica uma postura um tanto frio e calculista perante aos relacionamentos afetivos. O azul claro associado ao laranja indica uma certa frieza afetiva. O azul claro associado ao amarelo indica unidade entre os aspectos femininos e masculinos, integrando o self.

O azul claro associado ao verde indica pessoas que não conseguem responder ao amor e evita novos relacionamentos. O azul claro associado ao azul anil mostram habilidades dos curadores, que usam a voz para cura, hipnoterapeutas.


 

O azul anil e suas associações

O azul anil associado ao vermelho raramente acontece e, quando aparece, a pessoa está usando a energia sexual para cognição. O azul anil associado ao amarelo indica uma pessoa fria e imparcial, sem envolvimento emocional e mental. O azul anil associado ao verde representa pessoas calmas, e suas habilidades amorosas fluem naturalmente de si. O azul anil associado ao azul claro indica pessoas curadoras e espiritualizadas.



O violeta
 Associado às outras cores simboliza espiritualidade, artes e beleza. Representa qualidades artísticas em nossa personalidade. É a cor eu transmuta as energias mais densas em energias sutis. O violeta associado ao rosa indica espiritualidade em equilíbrio, pureza afetiva.


 

Cinza e suas associações

O cinza associado ao preto representa o tudo com o nada – negação. O cinza associado ao laranja indica negação do prazer. O cinza associado ao azul significa negação da intuição, espiritualidade e criatividade. O cinza associado ao amarelo representa negação da comunicação, relação e sociabilidade. O cinza associado ao verde claro indica negação da sensbilidade.


Rosa e suas associações

É a única cor que não possui aspecto negativo. Simboliza o amor incondicional, doação, compaixão e bondade. A cor rosa acalma. O rosa associado ao amarelo representa pessoas expansivas e amorosas. O centro da mandala rosa indica estar em contato com sua essência. O rosa é a cor que une e funde, é a cor da união.

O rosa na mandala significa que a pessoa está em harmonia e integração com os aspectos mais sutis em níveis energéticos. A cor rosa simboliza o sopro divino. As crianças irradiam a cor rosa, a cor espiritual da inocência.


Texto extraído do livro Mandala – O uso na Arteterapia de Maida Santa Catarina.
Mandalas por Luiza Senna.

Curso de Astrologia...